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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4844
Título: Concepções infantis sobre inclusão de crianças com deficiência: um estudo a partir do brincar
Autor(es): Menezes Freitas, Rachel
Palavras-chave: Inclusão de crianças com deficiência; Brincadeira; Concepções de criança
Data do documento: 31-Jan-2011
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Menezes Freitas, Rachel; Isabel Patricio de Carvalho Pedrosa, Maria. Concepções infantis sobre inclusão de crianças com deficiência: um estudo a partir do brincar. 2011. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2011.
Resumo: Esse estudo visa examinar as concepções de crianças sem deficiência, de 5 a 6 anos, matriculadas na Educação Infantil, sobre a inclusão social de crianças com deficiência. Alguns conceitos pertinentes à Psicologia do Desenvolvimento Infantil serviram de instrumento teórico para análise dos resultados tais como, interação social, imitação, representação, comunicação não verbal e reprodução interpretativa, perpassando contextos teóricos de diversos autores que, entretanto, compartilham a perspectiva interacionista. Trabalhos especializados sobre inclusão de crianças com deficiência na escola também foram fontes inspiradoras para análise. Participaram da pesquisa oito crianças com deficiência, dos Grupos IV e V, que frequentavam um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI), da cidade de Recife-PE. Além delas, integraram a amostra as outras crianças que pertenciam ao mesmo grupo do CMEI. Ao todo foram seis grupos observados, sendo três do turno da manhã e três do turno da tarde. As deficiências das crianças eram de diversos tipos: Deficiências Múltiplas (Deficiência Mental e Baixa Visão); Síndrome de Down; Paralisia Cerebral, Síndrome de West; surdez profunda; e baixa visão. As crianças foram observadas em local preparado para a realização de uma brincadeira de escolinha com material disponibilizado para seu manuseio, tais como: lápis, giz de cera, massinha de modelar, papéis, quadro, hidrocor, régua, cola, revistas, livros, caixas de papelão etc. Também foram disponibilizados cinco bonecos artesanais, confeccionados, especificamente, para esta investigação, dos quais quatro sinalizavam algum tipo de deficiência: boneca com aparência de ter Síndrome de Down, boneca aparentando cegueira, boneco com prótese auditiva, boneco cadeirante. O quinto boneco não tinha deficiência. A filmagem foi utilizada como recurso para o registro das sessões de observações que duraram 25 minutos em média. Houve 45 sessões videogravadas que perfizeram 12 horas, 39 minutos de registro. Os dados foram tratados por meio da análise microgenética: cada sessão foi observada várias vezes, e 56 episódios foram identificados, recortados e transcritos em detalhe, mas apenas dez episódios foram selecionados para este trabalho. Na análise foram explorados seis aspectos: a afetividade; a comunicação; a socialização; e as concepções das crianças sem deficiência sobre igualdade e diferença; possibilidades e limitações, deficiência e doença. Esses aspectos permitiram discutir acerca das concepções das crianças sem deficiência sobre a inclusão de crianças com deficiência na Educação Infantil. As crianças sem deficiência revelaram uma reprodução interpretativa da sociedade em que vivem. Além disso, a convivência e a interação com as crianças com deficiência trazem benefícios para todas, com e sem deficiência. Discutir a reprodução da ação e a re-significação da cultura durante a brincadeira é pensar nas possibilidades de estratégias para incluir efetivamente o outro
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4844
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Educação

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