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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4533
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Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | ALBUQUERQUE, Fabíola Santos | pt_BR |
| dc.contributor.author | ALBUQUERQUE JÚNIOR, Roberto Paulino de | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2014-06-12T17:21:50Z | |
| dc.date.available | 2014-06-12T17:21:50Z | |
| dc.date.issued | 2006 | pt_BR |
| dc.identifier.citation | Paulino de Albuquerque Júnior, Roberto; Santos Albuquerque, Fabíola. Direito de superfície e sua formatação contratual: entrea autonomia da vontade e a tipicidade dos direitos reais. 2006. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Direito, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2006. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4533 | |
| dc.description.abstract | O direito real de superfície guarda intensa dependência de sua regulamentação contratual. A margem de atuação da vontade das partes é tão acentuada que de fato chega a modelar ativamente a estrutura da relação jurídica real, seu objeto e suas características. Conseqüentemente, a teoria da superfície exige repensar o princípio da tipicidade dos direitos reais, que em sua concepção tradicional repele o auto-regramento no campo do direito das coisas. Constatou-se que, no direito contemporâneo, o mencionado princípio assume contornos diversos. Persiste a vedação à livre criação de figuras reais atípicas, por serem estas dispostas em numerus clausus pelo ordenamento, mas dentro de cada tipo pré-determinado existe um espaço para o molde contratual. Assim, em matéria de direito de superfície, deve o contrato respeitar suas linhas básicas suspensão da acessão e domínio autônomo sobre a coisa implantada mas pode determinar numerosos aspectos, concernentes tanto ao conteúdo da superfície em si, quanto a relações acessórias de natureza propter rem. Esta atividade criativa não é ilimitada, submetendo-se a dois tipos de controle: o primário, que verifica o respeito aos elementos nucleares do tipo, e o secundário, que filtra as inovações de conteúdo e os deveres acessórios. Tal controle secundário deve ser baseado em critério de legitimidade constitucional, orientado por dois cânones fundamentais, a função social da propriedade e a boa-fé objetiva. O resultado deste processo de modelação contratual será o concreto estatuto superficiário | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Universidade Federal de Pernambuco | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Pernambuco | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | * |
| dc.subject | Direito de superfície | pt_BR |
| dc.subject | Contrato superficiário | pt_BR |
| dc.subject | Autonomia da vontade | pt_BR |
| dc.title | Direito de superfície e sua formatação contratual: entrea autonomia da vontade e a tipicidade dos direitos reais | pt_BR |
| dc.type | masterThesis | pt_BR |
| Appears in Collections: | Dissertações de Mestrado - Direito | |
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|---|---|---|---|---|
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