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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/41045
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| Título: | Estudo preliminar da resistência e da evolução da fluência de rochas evaporíticas. |
| Autor(es): | SILVA, Claudio Galdino da |
| Palavras-chave: | Rochas - Testes; Análise estrutural (Engenharia); Salinas - Pernambuco; Mecânica de rochas - Pernambuco |
| Data do documento: | 22-Jan-2016 |
| Citação: | SILVA, Claudio Galdino da. Estudo preliminar da resistência e da evolução da fluência de rochas evaporíticas. Caruaru: O Autor, 2016. |
| Abstract: | A importância das rochas evaporíticas, também conhecidas como rochas salinas, é notável nas indústrias farmacêutica, de alimentação, química, agrícola e petrolífera. Existem reservatórios de petróleo abaixo dessas rochas, o que torna necessário o cuidado com a resistência dos poços a serem escavados. A disposição estrutural das rochas salinas permite que, submetidas a altas pressões e altas temperaturas, sua estrutura se reorganize e, na ausência de argilo-minerais se cicatrize, fechando fissuras e determinando a estanqueidade essencial à obtenção de reservatórios de petróleo e de gás. Por outro lado, a execução de abertura de poços pode incorrer na ruptura do reservatório, entre outras ocorrências. Dentro desse contexto foram realizados ensaios de resistência uniaxial e compressão diâmetral para melhor entender o comportamento dessas rochas. A área de estudo selecionada foi a bacia do Araripe, onde afloram os depósitos carbonáticos e evaporíticos e correspondem à análogos de algumas fácies de formações que compõem os sistemas petrolíferos. As amostras coletadas foram do tipo gipsita. Os ensaios foram realizados em uma prensa servocontrolada a uma velocidade constante de 0,4mm/min. É importante salientar que os parâmetros de resistência, poderão ser utilizados como valores de referência em ensaios de fluência que determinarão o comportamento dessas rochas quando submetidas a cargas próximas ao seu limiar de ruptura, possibilitando uma simulação do que ocorre na prática. A relação entre a resistência a compressão uniaxial e a resistência a tração obtida neste trabalho é de aproximadamente 10, valor que representa rochas frágeis. Os resultados obtidos mostram que a resistência de compressão uniaxial e diametral da gipsita é menor do que a halita e anidrita, nas condições iniciais das amostras utilizadas, o que as torna mais suceptíveis a rompimento por tensões uniaxiais e laterais. |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/41045 |
| Aparece nas coleções: | TCC- Engenharia Civil - Bacharelado |
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