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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/3991
Title: A prática pedagógica nos anos iniciais do ensino fundamental para alunos com deficiência
Authors: Souza de Oliveira, Keila
Keywords: Prática Pedagógica; Inclusão; Educação Inclusiva; Pessoas com deficiência; Diversidade
Issue Date: 31-Jan-2009
Publisher: Universidade Federal de Pernambuco
Citation: Souza de Oliveira, Keila; Martins de Araújo, Clarissa. A prática pedagógica nos anos iniciais do ensino fundamental para alunos com deficiência. 2009. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2009.
Abstract: Este estudo buscou compreender como vem sendo desenvolvida a prática pedagógica escolar nos anos iniciais do Ensino Fundamental presente em escolas que se declaram inclusivas para alunos com deficiência e demais necessidades educacionais especiais matriculados em salas regulares. Através de uma abordagem qualitativa, esta pesquisa acompanhou a prática pedagógica de duas escolas da Rede Municipal de Ensino da Cidade do Recife, contando com a participação de seis sujeitos. Como instrumentos para coleta das informações, num primeiro momento foi utilizado: a pesquisa documental, a entrevista semi-estruturada e a aplicação de questionários para caracterização dos sujeitos, e, no segundo momento a observação participante, usando como instrumento de registro o diário etnográfico. Como procedimentos de análise, utilizei a análise de conteúdo de Bardin, tendo neste conjunto de técnicas selecionado a análise categorial para leitura dos dados. Os dados gerados com este trabalho apontaram duas realidades distintas. Na primeira escola, identifiquei os indícios de uma prática pedagógica segregadora, onde os alunos com deficiência e outras necessidades educacionais especiais não eram valorizados dentro do contexto escolar assim como os outros, sendo chamados de alunos de inclusão . Este fato também pôde ser igualmente verificado durante a observação a prática da professora desta instituição, onde suas ações pedagógicas não conseguiam promover a inclusão destes discentes no convívio coletivo. Com a segunda escola, pude constatar que, apesar da ausência de recursos, comuns à primeira, as ações pensadas pela gestão buscavam maior abertura para estes alunos, e, que havia o fomento de espaços para discussão entre as docentes, com vistas para ampliar os conhecimentos na sobre as potencialidades destes, algo que resulta num convívio de maior valoração aos educandos. Diante destes dados concluo que embora o paradigma inclusivo não se apresentar no patamar desejável e necessário, vez que as condições das duas escolas campo apresentavam uma carência de recursos para o atendimento as necessidades especiais de aprendizagem destes educandos, mas, que na prática pedagógica da segunda instituição, há maior aproximação dos profissionais com o paradigma inclusivo intitulado, visto as educadoras já concorrerem em suas posturas um maior respeito a diversidade humana presente na escola, gerindo a partir dos que lá estão matriculados, sem a presença de rótulos , aspectos que puderam ser identificados com tais alunos na primeira instituição observada
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/3991
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Educação

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