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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/3989

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dc.contributor.advisorLÔBO, Paulo Luiz Nettopt_BR
dc.contributor.authorCUNHA, Wladimir Alcibíades Marinho Falcãopt_BR
dc.date.accessioned2014-06-12T17:17:52Z
dc.date.available2014-06-12T17:17:52Z
dc.date.issued2004pt_BR
dc.identifier.citationAlcibíades Marinho Falcão Cunha, Wladimir; Luiz Netto Lôbo, Paulo. A revisão judicial dos contratos e a evolução do direito contratual. 2004. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Direito, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2004.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/3989
dc.description.abstractA presente dissertação objetiva analisar a revisão judicial contratual como um elemento intrínseco de uma nova concepção social dos contratos, essa marcada pela intervenção estatal no conteúdo material dos ajustes e pelo surgimento de novos princípios sociais, nomeadamente os princípios da boa-fé objetiva, função social do contrato e da equivalência material das prestações contratuais. Com efeito, o afastamento da diretiva de obrigatoriedade irrestrita de cumprimento do contrato pactuado, ainda que esse se mostrasse injusto, somente se tornou possível com a idéia de que o critério de justiça contratual deve residir na proporcionalidade e equilíbrio das prestações e contraprestações e não tão-somente na ausência de vícios ou defeitos na declaração da vontade. A revisão dos contratos, portanto, liga-se à concepção social e aos princípios sociais do contrato, em especial, o princípio da equivalência material, que tem como maior propósito a busca incessante da justiça e equilíbrio nos pactos. Conquanto tal já bastasse para possibilitar a atividade interventiva do juiz, existem ainda, no ordenamento jurídico brasileiro, hipóteses que, ao mesmo tempo, autorizam e expressam a revisão judicial. São elas: as cláusulas abusivas, a lesão e a alteração das circunstâncias contemporâneas à formação do contrato Teoria da Imprevisão, presente no Código Civil de 2002, e onerosidade excessiva superveniente, presente no Código de Defesa do Consumidor). Utilizando-se dessas hipóteses, o magistrado, em atitude muitas vezes eqüitativa, poderá então revisar o contrato, permitindo a sua conservação, de forma útil, justa e equilibrada para ambas as partes. Somente assim, a equivalência material das prestações e a justiça contratual restarão elevadas, dentro de uma nova concepção social dos contratospt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectConcepção social dos contratospt_BR
dc.subjectEquivalência material e justiça contratualpt_BR
dc.subjectRevisão judicial dos contratospt_BR
dc.titleA revisão judicial dos contratos e a evolução do direito contratualpt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Direito

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