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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/36241
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| Title: | Sífilis congênita e sífilis em gestante em Pernambuco: uma análise das notificações |
| Authors: | NASCIMENTO, Rayanne Gabriely Carneiro do |
| Keywords: | Sífilis; Doenças Sexualmente Transmissíveis; Saúde Materno-Infantil; Gravidez |
| Issue Date: | 16-Dec-2019 |
| Citation: | NASCIMENTO, R. G. C. |
| Abstract: | A sífilis é definida como uma doença infecciosa e sistêmica causada pela bactéria Treponema pallidum, sua transmissão ocorre por meio de contato sexual, transmissão vertical ou transplantes de órgãos. O estudo tem como objetivo analisar a evolução temporal e distribuição espacial das notificações de sífilis em gestante e sífilis congênita no estado de Pernambuco entre os anos de 2008 a 2017. Trata-se de um estudo quantitativo descritivo do tipo ecológico. Foi calculada a Taxa de incidência de sífilis congênita e de detecção da Sífilis em gestante dos anos a serem estudados. Para análise de série temporal foram estimados os valores do coeficiente de determinação, do coeficiente de inclinação da reta (β), a respectiva significância estatística (p-valor) e os intervalos de confiança (IC 95%) por meio da regressão de Prais Winsten. Foi feito uma análise comparativa das notificações. Os indicadores foram calculados por região de saúde Pernambuco, agregando-se os dados em quinquênios (2008 a 2012 e 2013 a 2017). Por fim, verificou-se a distribuição espacial da diferença entre o número casos de sífilis em gestante e sífilis congênita nos municípios de residência por quinquênio. As informações foram espacializadas por meio da construção de mapas , utilizando-se o software TerraView. Os resultados apontam que Pernambuco registrou um total de 6.869 casos de Sífilis em Gestante e 9.829 casos de Sífilis Congênita. O número de casos teve um aumento passando de 344 em para 1.648 na SG e de 392 para 1.889 na SC, a taxa de detecção também aumentou expressivamente. Quando comparado o número de casos de SC em relação ao de SG observou que em todos os anos o número de casos foi maior na SC. Em relação as regiões de saúde o número de casos taxa de detecção de SG e SC foi maior no segundo quinquênio apresentando discrepâncias as regionais 1, 2, 3 e 4. Foi identificado ainda, um aumento no número de municípios que registraram mais casos de sífilis congênita do que sífilis em gestante.Por fim, Os achados no estudo reforçam a importância do controle dos casos de sífilis em gestante e congênita. |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/36241 |
| Appears in Collections: | (CAV) TCC - Saúde Coletiva |
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