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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/3568
Título: Estudo farma cognóstico de duas espécies de Priva de ocorrência em Pernambuco
Autor(es): BRAGA, Jovita Maria de Farias
Palavras-chave: Priva lappulacea; Priva bahiens; Is Verbenaceae; Estudo farmacognóstico; Antiinflamatório; Antitumoral; Antimicrobiano
Data do documento: 2007
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Maria de Farias Braga, Jovita; Satiro Xavier, Haroudo. Estudo farma cognóstico de duas espécies de Priva de ocorrência em Pernambuco. 2007. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2007.
Resumo: O gênero Priva é de distribuição tropical e está bem representado em nosso país por duas espécies: a Priva bahiensis A. DC., nativa e a Priva lappulacea (L) Pers.. Ambas são herbáceas terrestres do grupo dos carrapichos e se desenvolvem em terrenos úmidos e semi-ensombreados, sem possuírem um aroma acentuado, traço comum a muitas Verbenaceae. A forte presença, sobretudo de P. lappulacea , nos domínios do Campus e a falta de citações na literatura pertinente sobre suas características farmacognósticas e de bioatividade nos impulsionou a feitura desse trabalho, de forma a valorizar espécies locais com possíveis potencialidades de emprego como insumo farmacêutico. Após caracterização botânica das duas espécies, efetuamos um diagnóstico mais profundo de P. lappulacea , por existir em maior abundância, proporcionando mais fácil aquisição de material para as diversas investigações que foram desenvolvidas. Um estudo farmacobotânico direcionado à anatomia e histo-química desse táxon foi desenvolvido, resultando na obtenção de dados ainda inéditos para o mesmo. Além da definição de um perfil fitoquímico para os dois taxa, onde se constatou a predominância de glicosídeos de fenilpropanóides e de iridóides, caracterizando-se por procedimentos e/ou espectroscópicos o verbascosídeo, a ipolamida e o catalpol. Os ensaios de bioatividade realizados especialmente com material oriundo de P. lappulacea foram direcionados à definição de sua toxicidade e potencialidades como antiinflamatório, antitumoral e antimicrobiano, proporcionando resultados promissores quanto aos mesmos
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/3568
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Ciências Farmacêuticas

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