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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/35276

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Title: Para além do respeito à liberdade em “O ser e o nada” de Jean-Paulo Sartre
Authors: BARBOSA, Flávio Alexandrino Loiola Pinto
Keywords: Filosofia; Existencialismo; Responsabilidade; Sartre, Jean Paul, 1905-1980
Issue Date: 26-Sep-2018
Publisher: Universidade Federal de Pernambuco
Citation: BARBOSA, Flávio Alexandrino Loiola Pinto. Para além do respeito à liberdade em “O ser e o nada” de Jean-Paulo Sartre. 2019. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2019.
Abstract: Em O ser e o nada: ensaio de ontologia fenomenológica, de Jean-Paul Sartre nós investigaremos o respeito à liberdade em situação. No entanto, essa questão é ambígua, uma vez que se verifica que o respeito à liberdade é uma palavra vã no universo conceitual sartriano. Isso nos comprometerá na medida em que nos impusermos, constrangendo o outro a ser mais livre, ou bem o objetificarmos através da indiferença e demais condutas que se engendram e morrem num revezamento que deságua num conflito existencial em que me sinto escorrer para o outro. Por isso, nos foi preciso analisar em que sentido a vanidade se coloca em presença do outro com o objetivo de também desmistificarmos a infernalidade das relações concretas. Pusemos, então, em paralelo à reflexão sartriana, o conceito de amor-prático segundo a Fundamentação da metafísica dos Costumes de Immanuel Kant. Isso nos proporcionou distinguir em que sentido Sartre critica a moral universalista kantiana, bem como se reafirma uma continuidade de sentido entre O ser e o nada e O existencialismo é um humanismo, o que, para György Lúkacs em Marxismo ou existencialismo? - inexistiria, a não ser enquanto inspiração eclética e incapaz de galvanizar um engajamento proposto na Conferência de 1945. Em sendo assim, entrevimos não propriamente aquilo que seria o respeito à liberdade, mas, sobretudo, conforme o leitor verificará, aquilo que ele não é, razão pela qual nos compromete ainda mais fortemente em situação. Sartre não será um kantiano, e o engajamento, bem como o comprometimento, projetar-se-á desde O ser e o nada até a Conferência de vulgarização.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/35276
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Filosofia

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