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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/32217

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Título: Prevalência das alterações orais e craniofaciais em crianças portadoras da síndrome congênita do zika vírus
Autor(es): GUSMÃO, Teresa Paula de Lima
Palavras-chave: Zika vírus; Manifestações orais; Epidemiologia
Data do documento: 20-Dez-2017
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Abstract: A Síndrome congênita do Zika (SCZ) é uma doença rara, sazonal, congênita caracterizada pelo comprometimento neurológico e motor do paciente, podendo apresentar alterações na cavidade oral. Com o objetivo de descrever as alterações orais e craniofaciais presentes nas crianças portadoras de SCZ, foi realizado um estudo transversal, utilizando-se um questionário estruturado, dados do prontuário médico e avaliação clínica em crianças portadoras de SCZ. Foram avaliadas 32 crianças, sendo a maioria do sexo masculino (56,3%), com idade variando entre 13 e 25 meses e média da idade de 22 meses (DP=2,71). Foi observado ainda que a maioria dos pacientes (59,4%) apresenta uma baixa renda familiar, correspondente a um salário mínimo, e a maioria das mães possuem baixa escolaridade. Foi observado uma variedade de alterações neurológicas, contudo, todas as crianças apresentaram calcificações intracranianas e média de perímetro cefálico de 29,43 (DP=1,42). Quanto às dificuldades funcionais, 12 crianças (37,5%) não conseguiram realizar o aleitamento materno e 24 crianças (75%) apresentavam disfagia, não sendo estatisticamente significante a relação da disfagia com o aleitamento (p=0,67). Foi observado palato ogival em 14 crianças (43,7%) e sua correlação com a disfagia também não foi estatisticamente significante (p=0,09). Em relação às alterações orais, em 15 crianças (46,9%) foi observado um retardo na cronologia de erupção, onde 7 crianças (21,9%) não apresentaram erupção do incisivo lateral superior esquerdo (p=0,0002) e direito (p=0,002) até o momento da análise. Adicionalmente, foram identificadas 03 crianças com pigmentação dentária amarelada nos dentes erupcionados após o início do uso de fenobarbital. Foi encontrada hipoplasia de esmalte em 9 crianças (28,1%) e apenas uma outra criança foi diagnosticada com anquiloglossia. Baseado nos achados do presente estudo é possível concluir que a SCZ que hipoplasia de esmalte, modificação na anatomia do palato, retardo na cronologia de erupção dentária e anquiloglossia, são encontrados em crianças acometidas por SCZ.
Descrição: FARIA, Andreza Barkokebas Santos de, também é conhecida em citações bibliográficas por: BARKOKEBAS, Andreza
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/32217
Aparece nas coleções:Dissertações de Mestrado - Odontologia

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