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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/2929
Título: Avaliação histológica e histomorfométrica da retina de camundogos infectados pelo Schistosoma mansoni na forma hepatoesplênica
Autor(es): Cecília de Aguiar Remígio, Maria
Palavras-chave: Esquistossomose mansônica;Olho;Camundongo;Histologia
Data do documento: 31-Jan-2009
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Cecília de Aguiar Remígio, Maria; Teixeira Brandt, Carlos. Avaliação histológica e histomorfométrica da retina de camundogos infectados pelo Schistosoma mansoni na forma hepatoesplênica. 2009. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Cirurgia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2009.
Resumo: Objetivo: Avaliar as repercussões da esquistossomose mansônica na forma hepatoesplênica na retina de camundongos. Métodos: Foi realizado estudo prospectivo, de intervenção, com dois grupos de camundongos, sendo um controle e um infectado com 40 cercárias da cepa Belo Horizonte do Schistosoma mansoni. Decorridos 120 dias da infecção, os olhos foram submetidos à análise microscópica com descrição dos achados histológicos, avaliados com corante de hematoxilina-eosina. Foi também realizada análise histomorfométrica com mensuração da espessura de segmento retiniano e do número de células da camada ganglionar. Resultados: Em um caso foi encontrado um granuloma retiniano. Já a análise dos demais cortes histológicos demonstrou uma arquitetura normal da retina. A média da espessura dos segmentos retinianos entre os grupos de camundongos, controle e infectado, foi similar (41,81±6,09m versus 38,48±8,58m - p=0,279) assim como a média do número de células da camada ganglionar (20,93±4,88 versus 20,64±4,10 - p=0,864). Conclusão: A estrutura da retina encontrava-se íntegra e a análise histomorfométrica não revelava diferença significante entre os dois grupos. A ausência de alterações, neste estudo, não afasta a possibilidade de que desequilíbrios hemodinâmicos e no mecanismo de autoregulação, em portadores da forma hepatoesplênica da esquistossomose, possam acarretar dano retiniano. Demanda, entretanto, que outros métodos com indução da infecção com uma maior carga parasitária sejam realizados. Recomenda-se a elaboração de futuros estudos que proporcionem novos conhecimentos sobre a morbidade da doença
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/2929
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Cirurgia

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