Skip navigation
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/27029
Título: Análise faciológica e caracterização de sistemas deposicionais da Formação Barbalha (Aptiano Superior) – Bacia do Araripe
Autor(es): SILVESTRE, Diego da Cunha
Palavras-chave: Geociências; Bacia do Araripe; Formação Barbalha; Fácies Sedimentares
Data do documento: 5-Mai-2017
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Resumo: A Bacia do Araripe, situada na Região Nordeste do Brasil, é uma bacia do tipo rifte intimamente relacionada à ruptura do Supercontinente Gondwana no Eocretáceo. Esta dissertação teve como objetivo principal a caracterização em sub-superfície da Formação Barbalha. As sondagens realizadas pelo Projeto Santana (14 no total) para explorar ocorrências minerais de Pb, Zn e Cu, produziram testemunhos que perfuraram a unidade de estudo. A descrição de todos os poços proporcionou a identificação das fácies presentes no registro estratigráfico e sua correlação segundo a sucessão. Desta forma, a unidade é representada pelas litofácies: Cm-Conglomerados maciços, Ac-Arenitos com estratos cruzados, Al-Arenitos laminados, Am-Arenitos maciços, Acc-Arenitos com estratos cruzados cavalgantes, Ad-Arenitos deformados, Sl-Siltitos laminados, Arl-Argilitos laminados, Arm-Argilitos maciços, Fp-Folhelhos papiráceos e Cp-Calcário pelóidal. O modelo de sucessão destas fácies propiciou a interpretação de sistemas deposicionais para a formação. Sendo assim, a Formação Barbalha encontra-se disposta em duas grandes sequências. A Sequência Inferior sedimentada em dois estágios: um ciclo basal fluvial entrelaçado que evoluiu para um sistema lacustre. Dentro deste ciclo lacustre encontra-se a Camada Batateira que representa um marco estratigráfico para a bacia e conhecida como portadora de níveis mineralizados em sulfetos. A Sequência Superior depositou-se segundo um sistema fluvial em dois estágios: entrelaçado de alta energia que mostrou uma variação do perfil de equilíbrio da bacia transformando-se em um sistema fluvial anastomosado para o topo. As ocorrências de mineralização, antes associadas apenas ao ciclo lacustre da Sequência Inferior, foram observadas em mais níveis dentro dos poços aumentando a amplitude do intervalo denominado “Sequência Plumbífera do Araripe”. Petrograficamente, as fácies arenosas são classificadas como arenitos sub-arcoseanos com maturidade textural moderada. Contudo, a presença de cimentação carbonática em arenitos e as fácies que apresentam estruturas deformadas são indícios de transferência de fluídos dentro da Formação Barbalha.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/27029
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Geociências

Arquivos deste item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
DISSERTAÇÃO Diego da Cunha Silvestre.pdf13,43 MBAdobe PDFVer/Abrir


Este arquivo é protegido por direitos autorais



Este item está licenciada sob uma Licença Creative Commons Creative Commons