Skip navigation
Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/26048

Comparte esta pagina

Título : Malformação congênita no Brasil: uma análise dos nascimentos e óbitos infantis no período de 2001 a 2015
Autor : SANTOS, Edilma Maria dos
Palabras clave : Saúde Pública; Mortalidade Infantil; Anormalidades Congênitas
Fecha de publicación : 30-ago-2018
Citación : SANTOS, E. M.
Resumen : Objetivo: Analisar a tendência e diferenciais da prevalência dos nascimentos e óbitos por malformação congênita no Brasil, no período de 2001 a 2015. Método: Estudo quantitativo do tipo ecológico de série temporal no Brasil, macrorregiões e unidades da federação. Foram analisados os nascidos vivos (NVs) com malformações congênitas (MC) registrados no Sistema de Informação de Nascidos Vivos (SINASC) e óbitos de menores de um ano por MC computados no Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM). Calculou-se a prevalência de MC entre os nascidos vivos e os óbitos infantis, além da análise de série temporal por meio do método de regressão linear simples. Para mensuração dos diferenciais das tendências da prevalência de nascimentos e óbitos infantis por MC entre os estados brasileiros calculou-se o Índice Relativo de Aumento (IRA%). Analisou-se ainda os tipos de MC mais prevalentes no nascimento e nos óbitos infantis. Resultados: Entre os anos de 2001 a 2015, a prevalência dos NVs com MC e a proporção dos óbitos de <1 ano por MC apresentou tendência de crescimento, com significância estatística, na maioria dos estados brasileiros. Embora as maiores prevalências sejam observadas nos estados das regiões Sul e Sudeste, foram nos estados do Norte e Nordeste brasileiro onde se constatou o aumento mais expressivo nas MC. O estudo aponta ainda para diferenças entre o perfil dos tipos de malformações no nascimento e no óbito. Entre os NVs predominam as MC do aparelho osteomuscular, deformidade dos pés, outras malformações não especificadas e do sistema nervoso; nos óbitos as mais frequentes foram: malformações do coração, outras malformações, anencefalia e similares e sistema osteomuscular NCOP. Conclusões: A ampliação das MC no país revela a importância da qualificação da assistência materno-infantil, esse quadro é passível de ser modificado, uma vez que, algumas malformações estão associadas a fatores já conhecidos pelos profissionais de saúde, refletindo assim na redução da morbimortalidade por malformação.
URI : https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/26048
Aparece en las colecciones: (CAV) TCC - Saúde Coletiva

Ficheros en este ítem:
File Description SizeFormat 
SANTOS, Edilma Maria dos.pdf1.1 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


This item is protected by original copyright



Este ítem está sujeto a una licencia Creative Commons Licencia Creative Commons Creative Commons