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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/23958
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| Título : | A prevenção do câncer do colo uterino no estado de Pernambuco: um estudo de série temporal |
| Autor : | SILVA, Deise Maria da Conceição |
| Palabras clave : | Neoplasias do Colo do Útero - Prevenção; Neoplasias do Colo do Útero - Pernambuco |
| Fecha de publicación : | 14-mar-2018 |
| Citación : | SILVA, D. M. C. |
| Resumen : | O projeto tem o propósito de analisar o acesso ao exame preventivo de Câncer de Colo de Útero (CCU) entre 2002 e 2015 no estado de Pernambuco. Tal análise preventiva é feita pelo exame citopatológico cérvico uterino – desenvolvido pelo Programa Nacional de Combate de Câncer de Colo Uterino (PNCCCU) criado no Brasil em 1998 que rastreia o CCU através de suas lesões precursoras, ele é indicado a mulheres na faixa etária de 25 a 64 anos as quais pela proposta do PNCCCU devem realiza-lo anualmente. O progresso na luta para prevenir o CCU reduz suas incidências e revela cada vez mais sobre essa doença, ajudando a precaver outros tipos de câncer que podem ser desencadeados a partir do CCU. No ano de 2008, a Organização Mundial de Saúde (OMS) atestou que quando se trata o CCU nos estágios iniciais (em uma cobertura regional aproximada de 80%) a efetividade do tratamento têm resultado, diminuindo assim a taxa de incidência do câncer cervical invasor em até 90%.A pesquisa começa investigando um período no qual Pernambuco ainda iniciava o processo de cobertura regional (2002 - 2004) com indicativo de apenas 20% de cobertura e embora ao longo dos anos investigados tenham ocorrido aumento persistente nesta porcentagem até o triênio de 2008 a 2010 – atingindo seu maior percentual (60%) – a partir deste ponto há um declínio de cobertura que retrocede a 50% e permanece até o ultimo triênio estudado (2014 a 2015).Percebe-se que mesmo a média pernambucana tendo feito este movimento em relação à cobertura regional, as Gerencias Regionais de Saúde (GERES) – regiões dentro do estado responsáveis pela manutenção da realização dos exames e coletas de informação – contém uma discrepância de resultado entre si. Nos primeiros triênios as médias regionais estiveram equiparadas junto com a estadual, contudo a partir do terceiro triênio começa a haver uma grande diferenciação, pois as médias regionais vão se distanciado chegando ente a máxima acima de 80% e a mínima abaixo de 20%.O projeto considera que a razão para essa discrepância entre a percentagem das GERES e uma inferioridade de uma percentagem estadual ao recomendado pela OMS pode vir de vários fatores, e revela que em Pernambuco todas as regiões em algum momento apresentam uma cobertura inferior ao recomendado pela OMS tornando evidente a necessidade de ampliação do acesso ao preventivo. |
| URI : | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/23958 |
| Aparece en las colecciones: | (CAV) TCC - Saúde Coletiva |
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