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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/2242
Título: Vitamina C e desenvolvimento cerebral: efeitos sobre a Depressão Alastrante Cortical em ratos jovens em distintos estados nutricionais
Autor(es): GUEDES, Cinthia Karla Rodrigues do Monte
Palavras-chave: Desenvolvimento cerebral; Desnutrição; Ácido ascórbico; Depressão alastrante cortical; Antioxidantes; Pró-oxidantes
Data do documento: 31-Jan-2011
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Karla Rodrigues do Monte Guedes, Cinthia; Carlos Araújo Guedes, Rubem. Vitamina C e desenvolvimento cerebral: efeitos sobre a Depressão Alastrante Cortical em ratos jovens em distintos estados nutricionais. 2011. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Bioquímica e Fisiologia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2011.
Resumo: O Ácido Ascórbico (AA) é uma molécula antioxidante, muito concentrada no cérebro e que pode provocar tanto efeitos anticonvulsivantes quanto proconvulsivantes em diferentes modelos de epilepsia experimental. Neste trabalho nós exploramos se a administração crônica de AA altera a excitabilidade neural avaliada pela Depressão Alastrante Cortical (DAC). Ratos Nutridos (N) e Desnutridos (D) foram tratados por gavagem com 60 mg/kg/dia de ácido L-ascórbico do 7º ao 28º dia pós-natal e a DAC foi analisada entre os 30-40 dias de vida. Comparados ao grupo N, os ratos D apresentaram maiores (p<0.05) velocidades de propagação da DAC, confirmando achados anteriores. Comparados aos controles tratados com solução salina (Sal), os ratos tratados com AA tiveram maiores velocidades (p<0.05) de propagação da DAC nas condições N e D. Um outro grupo controle &#8213;ingênuo&#8214; (I; que não recebeu gavagem) não diferiu do controle Sal. A média±DP da velocidade de propagação da DAC (em mm/min) para os grupos Sal, AA e I foram, respectivamente 3.75±0.03, 4.26±0.08 e 3.81±0.04 para os animais N e 4.29±0.08, 4.51±0.04 e 4.30±0.04 para os animais D. Os resultados demonstraram uma facilitação da DAC pelo AA, independentemente do estado nutricional. Eles ainda sugerem que em doses de 60 mg/Kg/dia administradas cronicamente durante o desenvolvimento cerebral, o AA parece atuar como um pró-oxidante no cérebro, em vistas ao efeito contrário, em comparação com outros antioxidantes, que reduzem a propagação da DAC
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/2242
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Bioquímica e Fisiologia

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