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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/18949
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dc.contributor.advisorMUZZIO, Henrique-
dc.contributor.authorCARVALHAL, Felipe-
dc.date.accessioned2017-05-30T18:30:31Z-
dc.date.available2017-05-30T18:30:31Z-
dc.date.issued2016-02-29-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/18949-
dc.descriptionNome completo do autor: Felipe Carvalhal Barbosa Nome completo do orientador: Henrique César Muzzio de Paiva Barrosopt_BR
dc.description.abstractEm um ambiente marcado por mudanças rápidas e pujantes gerir uma organização tornou-se um desafio, em especial no cenário da economia criativa, seja pela dinâmica do mercado ou pelas características dos trabalhadores, engajar-se nessa missão exige dedicação e preparo. É preciso conciliar os pressupostos de gestão, notadamente de ontologia objetiva, com uma característica puramente subjetiva, a criatividade, em busca de uma gestão criativa. Diante disso, esta pesquisa procurou saber como os líderes de organizações da economia criativa percebem a sua atuação em busca de uma gestão criativa. Para tal, foi realizada um trabalho caracterizado como exploratório e descritivo analítico de natureza qualitativa, por meio de estudo de casos coletivos com inspiração fenomenológica, adotando como ponto de vista ontológico a realidade como uma construção social. Foram realizadas semiestruturadas com um total de onze gestores de organizações da economia criativa em Recife-PE, Brasil. Foi possível denotar que os líderes das organizações pesquisadas percebem sua atuação voltadas para uma gestão criativa. Estas pessoas procuram pontuar suas práticas e ações tendo em vista à criatividade, a novidade e a inovação, tudo isso pautado em um ambiente que respira o respeito e a diversidade. Ficou evidente que os entrevistados e entrevistadas exercem uma liderança favorável ao afloramento da criatividade de suas equipes, mesmo que apresentem dificuldades em uma situação ou outra, explicada muitas vezes pela experiência de vida cada um. Elas e eles mostraram que a cultura organizacional de suas organizações, seu exercício de liderança e o modo como entendem seus colaboradores, podem sim, ser tratados e explorados para se chegar à uma gestão criativa. Em referência ao modelo é preciso repensá-lo no que tange a participação da classe de trabalhadores dita como não criativa, como ela interage nessa economia, quais são suas implicações e afins. É preciso elucidar a imbricação da cultura organizacional nos outros pilares propostos para uma gestão criativa, em especial em relação à classe criativa, pois mostrou-se que ambos compartilham valores e situações muito próximas. Faz-se necessário repensar o modelo considerando paradigmas modernos e não apenas com preceitos pós-modernos. Contudo, as práticas discursivas e os contextos apresentados nos alertam para um caráter pouco difundido da economia criativa, em especial ao incentivo e valorização do empreendedorismo urbano neoliberal. Dando a entender que qualquer pessoa pode fazer parte desta economia, mesmo não sabendo as consequências pela escolha ou não escolha desta. O discurso promissor e bastante difundido acerca da economia criativa e sua relevância para o desenvolvimento global escondem um ambiente marcado por relações de trabalho mais precárias, aonde um ambiente agradável esconde uma maior carga horária, e uma flexibilidade de horários e liberdade se refletem em prazos mais curtos e metas mais audaciosas. Outra discussão importante é que muitos atores da economia criativa não foram educados para vender sua criatividade, tendo que aprender na marra, e com muito suor, a transformar uma ideia em dinheiro, destacando o quão desafiador é trabalhar num ambiente extremamente inovador, onde os erros constantes podem desestimular e frustrar estes profissionais. Por fim, destaca-se que harmonizar dois aspectos diametralmente opostos, gestão e criatividade, requer que os atores organizacionais atuem de forma a abranger as características da cultura organizacional aberta e flexível, aliadas ao exercício de uma liderança que promova a criatividade de seus liderados, conseguida a partir do conhecimento das características e anseios dos integrantes de suas equipes.pt_BR
dc.description.sponsorshipCapes e CNPQpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectGestão Criativa. Economia Criativa. Classe Criativa. Liderança Criativa. Cultura Organizacional Criativa.pt_BR
dc.subjectCreative Management. Creative Economy. Creative Class. Creative Leadership. Creative Organizational Culture.pt_BR
dc.titleNo Caminho para uma Gestão Criativa: A Percepção dos Gestores da Economia Criativa sobre suas Experiênciaspt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4802311931651567pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1042906766573631pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Administracaopt_BR
dc.description.abstractxIn an environment marked by rapid and vigorous changes manage an organization has become a challenge, especially in the scenario of the creative economy, either by market dynamics or the characteristics of workers, engaging in this mission requires dedication and preparation. We must conciliate the premises of management, clearly an objective ontology, with a purely subjective characteristic, creativity, in the search of a creative management. Thus, this research looked into how the leaders of the creative economy organizations realize their activities in search of creative management. For such, it was conducted a work characterized as analytical exploratory and descriptive qualitative nature through study of collective cases with phenomenological inspiration, adopting as an ontological point of view reality as a social construction. Semi structured interviews were conducted with eleven managers of organizations of the creative economy in Recife, Brazil. It was possible to denote that the leaders of the organizations surveyed perceive its actions focused on creative management. These people seek to punctuate their practices and actions with creativity, novelty and innovation in mind, all guided in an environment that breathes respect and diversity. It was evident that the interviewed respondents and exert a favorable leadership to the outcrop of the creativity of their teams, even if they have difficulties in one situation or another, explained many times through each of their life experiences. They showed that the organizational culture of their organizations, their exercise of leadership and understanding of how their employees can indeed be treated and exploited in order to achieve a creative management. Concerning the model, we need to rethink it regarding the participation of the class of workers considered uncreative, how it interacts in this economy, and what are its implications. We must elucidate the intertwining of organizational culture in the other pillars proposed for creative management, especially in relation to the creative class, as it was shown that they share values and very close situations. There is a need to rethink the model considering modern paradigms and not just postmodern precepts. However, the discursive practices and contexts presented alert us to some widespread nature of the creative economy, in particular the encouragement and promotion of neoliberal urban entrepreneurialism. Implying that anyone can be part of this economy, even not knowing the consequences of choosing or not choosing this. The promising and widespread discourse on the creative economy and its relevance to the overall development hide an environment marked by more precarious employment relationships, where a pleasant atmosphere hides a greater workload, and schedule flexibility and freedom are reflected in shorter deadlines and more ambitious goals. Another important argument is that many stakeholders of the creative economy have not been educated to sell their creativity, having to learn the hard way, and at the cost of a lot of sweat, to turn an idea into money, highlighting how challenging it is to work in a highly innovative environment where constant errors can discourage and frustrate these professionals. Finally, we must highlight that to harmonize two diametrically opposed aspects, management and creativity, it is required that organizational stakeholders act to cover the characteristics of opened and flexible organizational culture, combined with the exercise of a leadership that promotes creativity of their team, achieved from the knowledge of the characteristics and aspirations of the members of their teams.pt_BR
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Administração

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DISSERTAÇÃO (2016-02-29) - FELIPE CARVALHAL.pdf1.16 MBAdobe PDFView/Open


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