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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1875
Title: Modelos de desenvolvimento : Cluster, capital social e inovação
Authors: LIMA, Fernando Augusto Semente
Keywords: Capital Social; Clusters; Desenvolvimento; Inovação; Estado
Issue Date: 31-Jan-2010
Publisher: Universidade Federal de Pernambuco
Citation: Augusto Semente Lima, Fernando; Ferreira da Costa Lima, Marcos. Modelos de desenvolvimento : Cluster, capital social e inovação. 2010. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Ciência Política, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2010.
Abstract: O presente estudo tem como objetivo discutir Modelos de Desenvolvimento à luz de conceitos de cluster, capital social e inovação. Procuramos, através de uma metodologia descritiva, apresentar as principais características dos modelos discutidos, a saber, a experiência italiana, na figura da Terceira Itália; e a experiência do Porto Digital, no Estado de Pernambuco. Antes, num primeiro momento, discutimos teoricamente os conceitos elencados acima, inserindo menções, em especial, ao caso italiano, por este ter despertado o desenvolvimento de boa parte do referencial teórico, passando pela discussão teórica acerca das redes sociais. Após isso, discutimos o modelo italiano estabelecendo um denso corte histórico descrevendo os caminhos de seu sistema de C&T (Ciência e Tecnologia), suas contradições inerentes devido à existência de patologias institucionais como a máfia e o clientelismo. Observa-se que a tradição e elementos de ordem cultural e instituições nãoformais importam bastante. Neste ponto, ainda, refletimos sobre a estranheza do fato deste modelo ter galgado sucesso de modo a contrapor-se aos modelos fordista e toyotista, ao ponto de despertar desejos de emulação. Em seguida, apontamos a experiência do Porto Digital, localizado na cidade de Recife, Pernambuco, inserida numa lógica de APL (arranjos produtivos locais) - consistindo-se em um cluster de TIC (tecnologia da informação e comunicação) o qual gera benefícios para as empresas que compõem a rede -, descrevendo algumas instituições presentes no sistema de C&T brasileiro e sua contribuição para as PMEs no país. Ainda, neste caso, tratamos dos aspectos legislativos (leis) concernentes ao processo de clustering e do caso da indústria de games. No estudo, aponta-se que tais modelos guardam aspectos similares entre si, dentre os quais se destaca a relação frutífera entre atores como Empresas (Setor Privado), Estado (Governos/Esfera Pública), Academia (Universidades) e Instituições de Apoio (Fomentos Diversos), na consubstanciação de programas de inovação e de aglomeração empresarial estabelecendo uma sinergia através de governanças locais. Em ambos os casos tratados, aos quais somamos pontuações concernentes às experiências finlandesa, britânica, japonesa, francesa e americana, há a discussão sobre as PME (Pequenas e Médias Empresas) como unidades de negócio que apresentam grande potencial de inovação quando inserida em redes, compondo tais modelos de desenvolvimento fundados em laços cooperativos. Ainda, notamos que o Estado consiste-se como ator muito importante na constituição de benefícios que priorizem as empresas lotadas em territórios (aglomerações de empresas), o fazendo através de aportes diretos ou por meio de políticas públicas específicas. Sendo assim, pretende-se apresentar como, nos casos tratados, se dá tal relação, como fora construída historicamente e de que modo os conceitos principais listados acima se referem aos mesmos
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1875
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Ciência Política

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