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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/18096
Title: Riqueza de corais negros (Cnidaria: Anthozoa) da bacia potiguar - Nordeste do Brasil
Authors: LIRA, Manueka Menezes
Keywords: Antipatharia;Bacia Potiguar-Nordeste;Corais negros (Cnidaria: Anthozoa)
Issue Date: 19-Feb-2015
Citation: LIMA, M. M.
Abstract: Os cnidários da ordem Antipatharia ocorrem principalmente em mar profundo. Popularmente conhecidos como corais negros, estes animais formam estruturas tridimensionais que propiciam a formação de micro habitats para peixes e invertebrados, possuindo um papel chave na manutenção da diversidade deste ecossistema. Na Zona Econômica Exclusiva (ZEE) do Brasil, a quantidade de registros desses organismos é considerada baixa. Até o presente momento são registradas 22 espécies nessa região, com a maioria dos registros entre 13° e 22° de latitude Sul. Arrastos realizados pela PETROBRÁS durante o Programa de Caracterização da Megafauna da Bacia Potiguar (RN), Nordeste do Brasil, em maio de 2011 obtiveram antipatários em pelo menos 10 estações. As amostragens ocorreram em profundidades de Talude até os 2.000 m. O material proveniente desta coleta possibilitou que no presente estudo fossem apresentadas expansões na distribuição de algumas espécies e um novo registro para o Atlântico Sul Ocidental. As identificações realizadas apontaram a existência de pelo menos cinco espécies para a região, dentre elas Tanacetipathes barbadensis (Brook, 1889), Tanacetipathes tanacetum (Pourtalès, 1880), Tanacetipathes thamnea (Warner, 1981), Stylopathes adinocrada Opresko, 2006 e Stylopathes columnaris (Duchassaing, 1870). Os espécimes identificados encontram-se depositados na coleção de Cnidários do Grupo de Pesquisa em Antozoários (GPA), na Universidade Federal de Pernambuco, conservados em álcool 70%. A proximidade geográfica com Caribe e a similaridade da composição faunística, já confirmada para outros grupos de corais, levam a crer que a riqueza de antipatários no Brasil e, principalmente, nas regiões Norte e Nordeste, está subestimada. Desta forma, os dados apresentados reforçam a necessidade do incremento de esforços de amostragem em mar profundo na ZEE brasileira.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/18096
Appears in Collections:TCC - Ciências Biológicas

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