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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17536
Título: Crescimento somático e composição corporal em crianças dos 7 aos 10 anos: um estudo longitudinal-misto
Autor(es): VERÇOSA, Marcela de França
Palavras-chave: Antropometria;Infância;Longitudinal;Modelação;Plasticidade Fenotípica;Anthropometry;Childhood;Longitudinal;Modeling;Phenotypic Plasticity
Data do documento: 17-Fev-2016
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Resumo: Os objetivos principais estabelecidos para o presente estudo foram: (1) Modelar as trajetórias de crescimento físico e composição corporal de crianças dos 7 aos 10 anos de idade; (2) Modelar o dinamismo das mudanças ocorridas no tamanho do corpo e sua composição; (3) Analisar e interpretar a magnitude das mudanças ocorridas no tamanho do corpo e composição em associação com o peso ao nascer. A amostra foi composta por crianças de ambos os gêneros, seguidas dos 7 aos 10 anos de idade (n=534 coorte 1; n=223 coorte 2; e n=115 coorte 3). Foram avaliados parâmetros referentes aos indicadores do crescimento físico (peso, estatura) e composição corporal (dobras de adiposidade triciptal e subescapular). A modelação da mudança ocorrida nos valores da estatura, peso, massa gorda e massa isenta de gordura foi efetuada com recurso a modelos mistos, também designados por Modelos Multiníveis. Para modelar a mudança em função da idade decimal centramos o seu valor na média em 9,21 anos por ser uma valor relativamente próximo da média de ocorrência do take-off pubertário das meninas. Foram adicionados o efeito de um conjunto de preditores: sexo (referência=meninas), o peso ao nascer (centrado na média=3.08 kg) e a interação do sexo com a idade. A estimação simultânea de todos os parâmetros de cada um dos modelos foi efetuada com base no método de máxima verosimilhança implementado no software SuperMix v1, considerando a variabilidade nas diferenças interindividuais na mudança intraindividual. Verificou-se que crianças com maior peso ao nascer foram as mais pesadas (β=1.92±0.46, p<0.001) e apresentaram maiores valores de massa magra (β=1.04±0.25, p<0.001). As de menor peso ao nascer apresentaram maior percentual de massa gorda (β=0.78±0.27, p=0.003). Existe uma associação entre o peso ao nascer, as variáveis de crescimento físico e composição corporal. Além disto, foi observado que o peso ao nascer alterou a dinâmica de crescimento em estatura, peso corporal e massa isenta de gordura. Por outro lado, as crianças com menor peso ao nascer foram as que apresentaram menor massa isenta de gordura e maior percentual de gordura.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17536
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Nutrição, Atividade Física e Plasticidade Fenotípica

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