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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17472
Título: Efeitos da restrição dietética materna ou de antioxidantes sobre o estresse oxidativo placentário: repercussão sobre indicadores de estresse oxidativo no fígado fetal
Autor(es): GONÇALVES, Daianna Rosse Martins
Palavras-chave: Desenvolvimento fetal; Fígado; Restrição dietética; Estresse oxidativo
Data do documento: 13-Fev-2013
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Resumo: É sabido que existe uma correlação entre o estresse oxidativo na placenta e em alguns órgãos da prole após o nascimento, como os rins e o endotélio vascular. Neste estudo, investigamos se o estado antioxidante materno influencia os indicadores de estresse oxidativo na placenta e no fígado fetal. Ratas Wistar grávidas foram tratadas com α-tocoferol, tempol ou com restrição diária de dieta para esgotar as reservas antioxidantes. O fígado materno, a placenta e o fígado fetal foram coletados no 20 dia de prenhez, quando a gravidez foi interrompida após anestesia materna. O estresse oxidativo foi avaliado através dos níveis de malondialdeido (MDA) e da glutationa reduzida (GSH). Os antioxidantes administrados não afetaram o peso placentário nem o peso corpóreo fetal nas mães controles. O tempol ou tempol + α-tocoferol recuperaram o peso corpóreo fetal nas mães submetidas à restrição dietética. Enquanto o α-tocoferol reduziu os níveis de malonildialdeído (MDA) na placenta das ratas controle (44%, p < 0,05), este antioxidante ou o tempol aumentaram (136 e 340%, respectivamente, p<0,05) os níveis de MDA na placenta de mães com restrição dietética, apesar de a restrição dietética per se ter reduzido os níveis de MDA (48%, p <0,05). O tempol ou o tempol + α-tocoferol foram capazes de aumentar (20 e 49%, respectivamente, p<0,05) os níveis de glutationa reduzida (GSH) na placenta de ratas controle, no entanto, o tempol + α-tocoferol diminuiram (42%, p<0,05) os níveis de GSH na placenta de mães restritas. Os níveis de MDA apresentaram-se aumentados (72%, p<0,05) no fígado fetal de mães restritas tratadas com tempol, assim como, o GSH apresentou-se diminuído (32%, p<0,05) no fígado fetal de mães restritas tratadas com tempol + α-tocoferol. Embora o α-tocoferol tenhadiminuído a peroxidação lipídica da placenta, ele não alterou o padrão de estresse oxidativo no fígado fetal. O tempol reduziu os níveis de estresse oxidativo na placenta e no fígado fetal de mães controles, no entanto teve efeito simetricamente oposto nas mães submetidas à restrição dietética. Assim, um paralelo no padrão de estresse oxidativo entre placenta e fígado fetal foi observado apenas nas mães tratadas com tempol.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17472
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Bioquímica e Fisiologia

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