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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17334
Título: Uma análise das parcerias em ecossistemas de software proprietários baseados em plataformas
Autor(es): ARAUJO, Lucas Moreno de
Palavras-chave: Ecossistema de Software; Produtividade; Modelo de Parcerias; Plataformas; Software Ecosystem; Productivity; Partnership Model; Platform
Data do documento: 24-Ago-2015
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Resumo: Contexto: Atualmente, empresas de software têm adotado uma estratégia mais flexível através da abertura do produto para contribuições externas. Tal abertura proporciona a emergência dos Ecossistemas de Software, que são constituídos por um conjunto de atores que desenvolvem soluções de software sob uma plataforma comum. Objetivo: Entender e comparar os ecossistemas do Google Apps Enterprise e Microsoft Office 365 a partir do estudo de sua composição e redes de parcerias entre membros do ecossistema. Os dois ecossistemas foram escolhidos pela distinção entre os modelos de governança da Google e da Microsoft. Metodologia: Realizou-se uma coleta de dados automática a partir da utilização de um crawler nos marketplaces dos ecossistemas do Google Apps Enterprise e Microsoft Office 365 para a recuperação da lista de niche players e respectivas aplicações. Além disso, foram coletados de forma manual dados de parcerias entre niche players a partir de informações presentes nos websites de cada complementador. Os dados foram analisados através de um estudo comparativo entre as estruturas de rede formadas pelos niche players dos ecossistemas investigados. Resultados e discussões: Foram analisadas a composição e os relacionamentos de parceria dos ecossistemas do Google Apps Enterprise e Microsoft Office 365. Além disso, foi realizada uma comparação com os resultados obtidos em uma pesquisa anterior realizada por van Angeren (2013). Finalmente, foram postuladas três proposições sobre produtividade no ecossistema de software, relacionamentos de parceria e critérios de entrada. Conclusão: Pode-se concluir que o tamanho do ecossistema não determina seu grau de produtividade (número de aplicações por niche player) ou número de relacionamentos de parceria entre os niche players. Observou-se que a flexibilidade dos critérios de entrada do ecossistema atrai um grande número de niche players.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17334
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Ciência da Computação

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