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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17051
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| Title: | Consumo de alimentos de risco e protetores para desenvolvimento da dislipidemia e fatores associados em adolescentes de escolas públicas de Recife-PE |
| Authors: | QUEIROZ, Pedrita Mirella Albuquerque |
| Keywords: | Consumo alimentar; Adolescente; Dislipidemias; Antropometria.; Estilo de vida |
| Issue Date: | 20-Feb-2015 |
| Publisher: | Universidade Federal de `Pernambuco |
| Abstract: | Introdução: O aumento das dislipidemias entre os adolescentes vem ocorrendo concomitante ao advento da obesidade. Estudos têm sido conduzidos para avaliar os fatores associados à dislipidemia, entre os quais se destacam os comportamentais, como o padrão alimentar. Objetivo: Avaliar o consumo de alimentos de risco e os protetores para o desenvolvimento de dislipidemia e sua associação com indicadores antropométricos, de estilo de vida, demográficos e socioeconômicos. Métodos: Estudo transversal com 411 adolescentes, recrutados de escolas públicas do Recife, entre março e abril de 2013. Foram avaliadas as variáveis demográficas e socioeconômicas, antropométricas, de estilo de vida e bioquímicas, coletadas através de entrevistas. Os dados foram descritos na forma de mediana e seus respectivos intervalos interquartílicos e, na comparação dos grupos foram utilizados os testes de Man – Whitney e de Kruskal – Wallis. Resultados: A mediana de consumo mensal de alimentos de risco (Grupo I) foi maior (0,13; IQ=0,08-0,27) que a dos protetores (Grupo II) (0,00; IQ = 0,00 a 0,08) (p=0,001). O Grupo I de alimentos apresentou uma tendência superior para os indivíduos de CC normal (p=0,055). Para o Grupo II observou-se uma tendência mais elevada entre os adolescentes ativos que os pouco ativos (p=0,056). As medianas do Grupo II foram maiores para os que praticaram exercício no último ano daqueles que não (p=0,019). Os dislipidêmicos apresentaram medianas do grupo I maiores que os sem dislipidemia (p=0,005). Houve correlação positiva entre as horas de atividades sedentárias e a mediana do grupo I (p= 0,013), e do tempo de atividade física semanal com a mediana do grupo II (p= 0,047). Os resultados demonstraram elevada frequência no consumo de alimentos de risco, associado ao melhor nível de escolaridade materna, dislipidemia e às variáveis comportamentais. Conclusão: Os achados apontam para a necessidade de adoção de medidas para o controle do consumo excessivo desse grupo de alimentos, somado ao estímulo para mudanças do estilo de vida. |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17051 |
| Appears in Collections: | Dissertações de Mestrado - Nutrição |
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