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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/16607
Título: Expressão tecidual dos receptores dopaminérgicos D1 no Núcleo Accumbens e estriado de ratas desnutridas
Autor(es): SANTOS, Anderson Felipe da Silva
Palavras-chave: Desnutrição protéica; Receptores de Dopamina D1; Obesidade; Protein Malnutrition; Receptors Dopamine D1; Obesity
Data do documento: 21-Ago-2015
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Resumo: A desnutrição durante o período perinatal tem sido associada a aumento da compulsão alimentar, preferência por alimentos palatáveis e risco de desenvolvimento de obesidade na vida adulta. O apetite é controlado por vários sistemas fisiológicos, dentre os quais o sistema neural de recompensa. A dopamina é um conhecido neurotransmissor deste sistema, estando envolvida nas relações de prazer proporcionado por alimentos e drogas, agindo através da ligação em receptores neuronais, de duas classes: D1-like e D2-like. O objetivo deste trabalho foi avaliar a expressão dos receptores dopaminérgicos D1 no Núcleo Accumbens e estriado, áreas relacionadas ao comportamento alimentar, em ratas desnutridas. Dois grupos experimentais foram formados: grupo-controle (CF - fêmeas gestadas por mães normonutridas durante a gestação e lactação) e grupo-desnutrido (DF - fêmeas gestadas por mães que receberam dieta hipoprotéíca no período perinatal). Os animais passaram a receber dieta-padrão de laboratório após o desmame e tiveram o peso avaliado em diferentes momentos da vida. No 120º dia, foram sacrificadas e submetidas à perfusão, para retirada dos encéfalos. Após os cortes dos cérebros em micrótomo de congelamento, procedeu-se a Imunohistoquímica para contagem de neurônios marcados para DRD1. As imagens foram obtidas através de câmera acoplada ao microscópio óptico e a morfometria realizada no software livre ImageJ. Os dados estatísticos foram expressos em média±desvio-padrão, sendo analisados no software livre GraphPad Prism 5. Os animais desnutridos apresentaram menor peso em relação aos normonutridos desde o nascimento até o sacrifício. Não foi encontrada diferença significativa entre os grupos na expressão de DRD1 nas áreas cerebrais analisadas (Estriado: CF: 230,0 ± 86,40, n=4; DF: 225,50 ± 89,90, n=4; Núcleo Accumbens: CF: 109,80 ± 41,40, n=4; DF: 128,0 ± 49,50, n=5; test t de Student, p<0,05). Estes dados sugerem que a expressão dos receptores D1 está diretamente relacionada à quantidade de dopamina liberada na fenda sináptica, quantidade essa que é maior na apresentação de alimentos novos e palatáveis.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/16607
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Patologia

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