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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/15660
Title: Serviços farmacêuticos: considerações para a política nacional a partir da Cidade de Palmas/TO
Authors: MIRANDA, Carolina Galgane Lage
Keywords: Farmácia;Política de saúde;Tocantins (Brasil)
Issue Date: 22-Feb-2013
Publisher: Universidade Federal de Pernambuco
Abstract: A análise do perfil socioeconômico das populações sempre foi de extrema relevância para os estudos e conhecimentos dos determinantes sociais em saúde. As desigualdades regionais e populacionais são de interesse para a formulação ou reformulação das política de saúde no Brasil. Logo, a PNS que reflete as intenções em promoção, proteção e acesso a saúde e insumos médicos deve atentar-se para as características econômicas e sociais das populações. Uma vez que, o âmbito de atuação das políticas se dá em todo território nacional e devido a extensão territorial, as diferentes regiões e populações que o compõem é de grande interesse que se avalie e se conheça as características das populações de modo a propiciar políticas e ações de saúde em consonância e dirigidas as especificidades das populações a que se destina. A partir dessa visão, objetivou-se analisar a relação entre as características socioeconômicas da população de Palmas/TO com os serviços farmacêuticos públicos prestados na cidade. A cidade possui 23 anos e caracteriza-se por ter uma população tipicamente migrante. A metodologia consistiu na abordagem Quali-Quantitativa, com uso da análise Hermenêutica, e da manipulação e análise da fonte de dados, do IBGE do ano de 2010, utilizando os softwares SPSS 17.0 e Microsoft Excel 2010. Utilizando-se por fim a triangulação do método para análise metodológica e os componentes da tríade composta por Donabedian para Avaliação de Serviços de Saúde. Os resultados da pesquisa confirmaram a importância da consideração do perfil populacional para que o atendimento e a prestação dos serviços farmacêuticos esteja de acordo com as características da população. Neste trabalho, embora 100% dos farmacêuticos tenham dito ter conhecimento da realidade social da população, apenas 14,29% consideram esse conhecimento durante o atendimento. Os Usuários que utilizam esse serviço são 83,75% de baixa renda, com a visão da farmácia como local de entrega de medicamento; 45,45% dos usuários saem da farmácia sem saber como utilizar os medicamentos e 61,43% não tem adesão ao tratamento. Esses achados corroboram com a relação observada, e objeto de estudo do trabalho, no qual os serviços farmacêuticos não estão adaptados para cada realidade da cidade e nem o POP é capaz de apreender as realidades das populações. Os indicadores atuais utilizados pelas AF são voltado para número de atendimento e medicamentos dispensados, não sendo, portanto centradas no usuário. Entende-se este estudo como proposta a mudanças nos serviços farmacêuticos, constituindo-se tema profícuo de grande relevância e necessidade de análise aprofundada para contribuir com o aprimoramento da PNAF, principalmente no que se refere, aos serviços farmacêuticos voltados para as populações que se destinam, dentro dos princípios de humanização do cuidado, filosofia de prática de Atenção Farmacêutica e do uso correto e seguro de medicamentos.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/15660
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Inovação Terapêutica

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