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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1523
Título: Compósito de policaprolactona e carbonato de cálcio (PCLC) : um novo biomaterial para enxerto ósseo
Autor(es): QUEIROZ, Robson Aurélio Silveira de
Palavras-chave: Policaprolactona;Apatita;Simulated body fluid (SBF);Hidroxiapatita;Osso artificial;Biomaterial
Data do documento: 2006
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Aurélio Silveira de Queiroz, Robson; Pinto de Melo, Celso. Compósito de policaprolactona e carbonato de cálcio (PCLC) : um novo biomaterial para enxerto ósseo. 2006. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Ciência de Materiais, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2006.
Resumo: Compósitos feitos a partir do polímero policaprolactona e de carbonato de cálcio, chamados de PCLC, foram preparados por um processo de carbonatação, que consiste em incidir um fluxo constante de gás carbônico (CO2) em uma solução de metanol e hidróxido de cálcio por 6 horas e depois adicionar ao polímero diluído em diclorometano, após a secagem e evaporação dos solventes o material resultante é prensado no formato de pastilhas. Essas pastilhas foram então expostas, a uma solução simuladora de fluido corporal (SBF) sob temperatura constante de 37 0C, por períodos de 3, 6, 12 e 24 horas e por 7, 14, 21 e 28 dias, o que levou à deposição de estruturas do tipo apatita, semelhantes aos ossos humanos sobre sua superfície. Antes e após ser exposto ao SBF, o compósito PCLC foi analisado por diferentes técnicas de caracterização de materiais, tais como difratometria de raios-X, espectroscopia de infravermelho com transformada de Fourier (FTIR), calorimetria diferencial de varredura (DSC), microscopia eletrônica de varredura (MEV) e espectroscopia dispersiva de raios-X (EDX). Através dessa análise foi possível detectar a formação de apatitas na superfície do PCLC já a partir de 3 horas de exposição ao SBF, sendo a deposição de material inorgânico crescente com o tempo, ocorrendo variação de fases minerais e o aparecimento de hidroxiapatita após 21 dias, o que sugere a indicação do compósito PCLC como um promissor material para o desenvolvimento de implantes biocompatíveis a serem utilizados no corpo humano
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1523
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Ciências de Materiais

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