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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/13099
Title: POLIMORFISMOS EM GENES ENVOLVIDOS NA FARMACOCINÉTICA DE ANTIRRETROVIRAIS E ASSOCIAÇÃO COM FALHA VIROLÓGICA DA TERAPIA ANTI-HIV
Authors: Coelho, Antonio Victor Campos
Keywords: Farmacogenética;Terapia antirretroviral;Falha terapêutica;HIV-1
Issue Date: 31-Jan-2013
Publisher: Universidade Federal de Pernambuco
Citation: COELHO, Antonio Victor Campos. Polimorfismos em genes envolvidos na farmacocinética de antirretrovirais e associação com falha virológica da terapia anti-HIV. Recife, 2013. 69 f. Tese (doutorado) - Universidade Federal de Pernambuco. CCB. Genética, 2013.
Abstract: A infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) pode promover a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS). Os antirretrovirais reduziram as mortes relacionadas a AIDS. Os antirretrovirais são absorvidos e metabolizados em diversas células. Existe variabilidade na resposta a esses medicamentos. Portanto, polimorfismos genéticos em vias farmacocinéticas podem afetar o resultado terapêutico. O objetivo do presente estudo foi avaliar se diferentes perfis genéticos estão relacionados com a falha virológica de antirretrovirais de primeira linha, definida como presença de carga viral detectável no sangue apesar de um ano de terapia. Foram recrutados 187 pacientes em tratamento na região metropolitana de Recife – PE para um estudo de caso controle (160 sucessos e 27 falhas). Foram analisadas variáveis clínicas e epidemiológicas, como sexo, idade e massa corporal, medicamentos prescritos, carga viral e contagem de células T CD4+. Sete polimorfismos em cinco genes (ABCB1, ABCC1, CYP2B6, SLC22A1 e SLCO3A1) foram genotipados. Não foram observadas associações entre os polimorfismos dos genes CYP2B6, SLC22A1 e SLCO3A1 com a falha virológica. Análises por regressão logística indicaram que polimorfismos nos genes ABCB1 (rs1045642) e ABCC1 (rs212091) estiveram significativamente associados com a ocorrência de falha de esquemas contendo inibidores de protease (OR=5,01, p=0,045 e OR=6,50, p=0,02, respectivamente). Os resultados poderão contribuir para o entendimento da variabilidade na resposta ao tratamento anti-HIV e ajudar a identificar pacientes em risco de falha, auxiliando na orientação da escolha do primeiro esquema terapêutico.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/13099
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Genética

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