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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/13071
Título: Avaliação do efeito radioprotetor da MENTHA PIPERITA na disfunção salivar de ratos irradiados.
Autor(es): DANTAS, Rebeca Carolina Moraes
Palavras-chave: Glândulas salivares; Radioprotetores; Mentha piperita; Radiação Ionizante; Radiobiologia
Data do documento: 27-Fev-2013
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Resumo: Objetivo: Avaliar o efeito radioprotetor do extrato aquoso da Mentha piperita na disfunção salivar de ratos irradiados. Métodos: Foram utilizados 72 ratos machos (Rattus norvegicus, Albinus, Wistar), divididos aleatoriamente em quatro grupos experimentais: Controle, correspondendo aos animais que receberam água bidestilada e não foram irradiados; Irradiado, constituído por animais que receberam água bidestilada e foram irradiados com dose única de 15Gy de radiação gama; Menta, grupo em que os animais receberam extrato aquoso de Mentha piperita, mas não foram irradiados e Menta irradiado, constituído por animais que receberam extrato aquoso de Mentha piperita e foram irradiados com dose única de 15Gy de radiação gama. A medida da secreção salivar e a velocidade do fluxo salivar foram avaliadas 15, 30 e 60 dias após o processo de irradiação. Os dados foram submetidos ao Teste não paramétrico Kruskal-Wallis e ao teste de Mann-Whitney (p < 0,05). Resultados: Com 15 dias, o volume salivar e a VFS do grupo irradiado foram reduzidos significativamente comparados ao grupo controle. Com 30 dias, o grupo irradiado apresentou redução significativa do volume salivar e VFS em relação ao grupo controle e menta. Com 60 dias, o grupo irradiado apresentou redução significativa do volume salivar e VFS comparado ao grupo menta. O grupo menta irradiado apresentou volume salivar e VFS reduzidos comparado ao grupo controle e menta. Conclusão: O extrato aquoso da Mentha piperita não protegeu as glândulas salivares nos tempos de 15, 30 e 60 dias após a irradiação. Portanto, o extrato aquoso da Mentha piperita não pode ser considerado uma substância com potencial radioprotetor para as glândulas salivares, de acordo com a metodologia utilizada.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/13071
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Odontologia

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