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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12951
Título: Avaliação de Custo-utilidade da Educação Continuada para o Manejo de Usuários com Diabetes Mellitus tipo 2, no Município de Itamaracá, Pernambuco – Brasil
Autor(es): AQUINO, Camilla Maria Ferreira de
Palavras-chave: Avaliação de custo-efetividade; Atenção primária à saúde; Diabetes mellitus; Educação continuada
Data do documento: 28-Abr-2014
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Resumo: O Diabetes Mellitus é condição sensível à atenção primária de saúde (APS). E, em especial, os profissionais de saúde exercem papel central na sua prevenção e tratamento, o que pode ser aprimorado com ações de educação continuada. Todavia, dados sobre o custo-efetividade destas intervenções sobre a saúde dos usuários permanecem escassos. Determinar o custo-utilidade da educação continuada, para o manejo de usuários com Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), no município de Itamaracá, Pernambuco – Brasil, no ano de 2011. Foi realizada uma avaliação custo-utilidade, utilizando o Modelo de Markov, para simular os resultados em cenários de saúde, a partir da perspectiva do sistema de saúde. Foi considerado horizonte analítico de 20 anos e selecionada a categoria dos custos médicos diretos. Os dados coletados foram obtidos de fonte primária, estudo SERVIDIAH, e secundárias, de sistemas de informação em saúde e dados presentes na literatura. O cenário de referência representa o manejo-padrão realizado nos serviços públicos de saúde. Os demais cenários simulados para os resultados pós-intervenção foram baseados na sugestão de especialistas consultados. O indivíduo médio, representante da população de Pernambuco, foi do sexo feminino, com 61 anos e diagnóstico de DM2 há 8,7 anos, e outras características clínicas que influenciaram no cálculo nas probabilidades de transição. Para o cenário de referência, o custo de um usuário foi calculado para 2011: sem complicações (R$920,75), com complicações microvasculares (R$1.451,76), macrovasculares (R$3.648,86) e ambas as complicações (R$4.179,87). O custo incremental para a implantação da intervenção foi de R$454,57 por indivíduo, posteriormente acrescidos ao custo para o manejo-padrão nos cenários de pós-intervenção. Na avaliação de custo-utilidade, apenas o primeiro cenário de simulação foi custo-efetivo, apresentando Razão de Custo-efetividade Incremental (RCEI) de R$ 13.805,80/AVAQ. CONCLUSÃO: As RCEI apresentadas sugerem que a intervenção não representa alternativa custo-efetiva. Diante das incertezas acerca da efetividade da educação continuada para profissionais da APS sobre a saúde dos usuários, faz-se necessário a realização de estudos aprofundados sobre a associação entre estas variáveis.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12951
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Saúde Coletiva

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