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Título: Análise da infecção pelo papilomavírus humano em mulheres com neoplasia cervical intraepitelial ou invasora referenciadas para colposcopia
Autor(es): Guimarães, Mariléa de Lima
Palavras-chave: Neoplasia intraepitelial cervical; Câncer do colo do útero; HPV; PCR
Data do documento: 27-Fev-2014
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: COSTA, Lívia Bandeira. Avaliação in vitro da atividade leishmanicida de Dioclea grandiflora (FABACEAE) do Nordeste brasileiro. Recife, 2011. 77 f. Dissertação (mestrado) - UFPE, Centro de Ciências da Saúde , Programa de Pós-graduação em Patologia. Recife, 2011..
Resumo: O câncer do colo do útero e o segundo tipo de câncer mais comum entre mulheres com aproximadamente 530 mil casos anuais resultando em 275 mil óbitos a cada ano. No Brasil, para 2014, são esperados 15.540 casos novos com risco estimado de 15 casos por 100 mil mulheres. Na região Nordeste as estimativas são de 5.370 casos novos com incidência de 19 casos/100.000. Numerosos estudos epidemiológicos referem o Papilomavírus Humano de alto risco (HPV-AR), como causa necessária para o desenvolvimento do câncer do cervical indicando que a persistência da infecção pelo HPV é o fator de risco mais significativo para esse tipo de neoplasia que é precedida por longa fase de doença não invasiva denominada neoplasia intraepitelial cervical categorizada em três graus evolutivos: 1, 2 e 3 (NIC 1, NIC 2 e NIC 3). Este estudo foi desenvolvido com o objetivo de verificar a prevalência da infecção por HPV de alto risco e de seus respectivos genótipos, em infecções únicas ou múltiplas, correlacionando com o grau da neoplasia. diagnosticada pela citologia e pela histologia. Trata-se de um estudo observacional, analítico, transversal realizado em mulheres, referenciadas para colposcopia com citologia prévia alterada. Todas realizaram uma segunda citologia em esfregaço convencional, testes de detecção de HPV em escovado endocervical por reação em cadeia da polimerase (PCR) e colposcopia. As que apresentaram anormalidades à colposcopia foram submetidas à biopsia. O teste de detecção do HPV de alto risco foi positivo em 81.5% dos casos Em 48% dos casos houve positividade para um único genótipo e em 52% estavam presentes dois ou três genótipos. Os tipos de HPV mais prevalentes foram, na sequência: 16, 31, 58, 18, 33. O HPV-16 foi o tipo mais prevalente, estando associado em percentuais importantes a NIC 3 e câncer invasor em infecção única ou múltipla. Os dois tipos de HPV mais prevalentes foram HPV-16 e HPV-31, frequentemente associados a lesões de alto grau histológico, principalmente quando em infecção dupla 16/31.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12867
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Patologia

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