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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12558

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dc.contributor.advisorValença, Marcelo Moraes
dc.contributor.authorSilva, Marcos Antônio Barbosa da
dc.date.accessioned2015-03-13T17:21:49Z
dc.date.available2015-03-13T17:21:49Z
dc.date.issued2013-03-13
dc.identifier.citationSILVA, Marcos Antônio Barbosa da. Malformação arteriovenosa cerebral: estudo da angioarquitetura em indivíduos da região Nordeste do Brasil. Recife, 2006. 42 folhas Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Pernambuco. CCS. Patologiapt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12558
dc.description.abstractIntrodução: As Malformações Arteriovenosas Cerebrais (MAVs) são lesões vasculares provocadas pela persistência de fístulas arteriovenosas primitivas, apresentam aspecto em novelo com pedículos arteriais e veias de drenagem hipertrofiadas. O risco de morbidade e mortalidade pós-cirúrgica segundo a graduação aumenta de acordo com o grau da lesão. Objetivos: Avaliar através de angiografias cerebrais o perfil clínico das MAVs. Métodos: Foram estudados 1.760 indivíduos da região do nordeste brasileiro através da angiografia cerebral com apresentações clínicas diversas, diagnosticada 108 portadores de MAVs cerebrais, seguido de estudo da angioarquitetura com o intuito de fornecer as graduações das malformações, a presença de variações anatômicas e a formação de aneurismas. Resultados: Em todas MAVs o sinal clínico determinante foi o sangramento, principalmente quando relacionados com a presença de aneurismas intranidais e de fluxo. A constatação diagnóstica das MAVs tem prevalência acima dos 21 anos, independente de regiões, classe social ou sexo. Em ambos os sexos, não encontrou-se nenhuma diferença estatística capaz de predispor um caráter sexual. A convulsão teve uma presença maior na MAV grau IV onde existe maior roubo de fluxo e regime de hipertensão intracraniana, sendo um dos principais fatores para o desenvolvimento de crises convulsivas. As MAVs menos agressivas I e II com boa indicação cirúrgica e de baixo grau de morbidade pós-operatória, apresentavam fatores de risco elevados como aneurismas intranidais (05 no grau I e 12 no grau II). Não pode-se determinar se a formação aneurismática está relacionada ao desenvolvimento dos aneurismas cerebrais quando avaliou-se e correlacionou-se com a angioarquitetura das MAVs. Conclusão: Com base nos achados pode sugerir que a graduação de Spetzler e Martin associada ao estudo da angioarquitetura é importante para a indicação cirúrgica e que a persistência de variações anatômicas embrionárias arteriais podem ser um determinante na formação dos aneurismas intracranianos.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectMalformação arteriovenosa cerebralpt_BR
dc.subjectAneurisma cerebralpt_BR
dc.subjectVariação anatômicapt_BR
dc.subjectHemorragia subaracnoidept_BR
dc.subjectAnatomia vascular cerebralpt_BR
dc.subjectPolígono de Willispt_BR
dc.titleMalformação arteriovenosa cerebral: estudo da angioarquitetura, variações anatômicas e aneurismaspt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
Appears in Collections:Teses de Doutorado - Neuropsiquiatria e Ciência do Comportamento

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