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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12261
Título: O gerenciamento de projetos na esfera pública: o caso do Governo do Estado de Pernambuco
Autor(es): Silva Júnior, Antonio de Souza
Palavras-chave: Gestão de Projetos; Instituições Públicas; Consultoria Organizacional
Data do documento: 7-Mar-2014
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: SILVA JÚNIOR, Antonio de Souza. O gerenciamento de projetos na esfera pública: o caso do governo do estado de Pernambuco. Recife, 2014. 401 f. Tese (doutorado) - UFPE, Centro de Ciências Sociais Aplicadas, Programa de Pós-graduação em Administração, 2014..
Resumo: O gerenciamento de projetos é considerado um importante meio que as organizações possuem para atingir seus objetivos de maneira eficaz. Sua metodologia pode ser aplicada em diferentes organizações e serve para reestruturação dos processos organizacionais com o propósito de obter melhor controle das ações e uso dos recursos existentes. A crescente pressão popular para modernização da gestão pública, abre espaço para a utilização das práticas de gerenciamento de projetos em instituições públicas brasileiras. Alguns estudos foram publicados com foco na implantação do escritório de gerenciamento de projetos. Este tese se propõe a ir mais além, ao focalizar os elementos que contribuem para o sucesso dos projetos, tanto quanto investigar a formação e implementação das práticas de gerenciamento, a partir da percepção dos envolvidos. Para tanto, foi estudado o caso do Governo do Estado de Pernambuco. A coleta de dados ocorreu em dois momentos: o primeiro, através da aplicação de um questionário, com 68 envolvidos nos projetos prioritários do Estado, cuja análise se deu através de análise de aglomerado e regressão linear múltipla; a segunda, através da realização de entrevistas semi-estruturada, com 26 indivíduos de três equipes de projetos de três secretarias distintas, cuja análise ocorreu através da análise pragmática da linguagem. Os resultados da etapa quantitativa sugeriram que seis indicadores explicam 60% dos benefícios das práticas de gestão de projetos: de maneira positiva, o comprometimento, o tratamento dos fatores inesperados e o papel do EGP na manutenção da propriedade intelectual relacionada ao gerenciamento de projetos; de maneira negativa, a variabilidade na frequência da discussão sobre o método, o papel do EGP no gerenciamento dos recursos financeiros do projeto e o papel do EGP nas recomendações para as falhas dos projetos. A partir da etapa qualitativa, conclui-se que o uso das ferramentas de gestão de projetos, de fato geram sucesso no tocante à diminuição do prazo médio de execução, em relação aos demais projetos que não são gerenciados através deste método, todavia ainda apresentam limitações quanto a flexibilidade do método implantado, ao foco do monitoramento nos prazos, a interferência do tempo político neste, ao não treinamento e integração de todos os envolvidos durante a etapa do planejamento e ao limitado papel exercido pelo gerente de projetos e o analista de orçamento, planejamento de gestão.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12261
Aparece na(s) coleção(ções):Teses de Doutorado - Administração

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