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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12040
Título: Prática dos enfermeiros na atenção à saúde auditiva infantil
Autor(es): AZEVEDO, Suelen Brito de
Palavras-chave: Perda auditiva; Fatores de risco; Enfermagem de atenção primária; Saúde da criança; Desenvolvimento infantil
Data do documento: 26-Fev-2014
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Resumo: Na atenção primária, o enfermeiro durante a consulta de puericultura deve avaliar a evolução dos marcos do desenvolvimento infantil, incluindo os marcos do desenvolvimento auditivo. A audição é uma das funções sensoriais, que tem o seu ápice do desenvolvimento na primeira infância. Diversos fatores de risco podem ocasionar a perda auditiva, que pode ser identificada pelo teste da orelhinha em neonatos/lactentes nos primeiros meses de vida. A prática adequada do enfermeiro na puericultura, relacionada à saúde auditiva infantil, poderá diminuir os efeitos ocasionados pela perda auditiva. Desta forma, essa dissertação objetivou avaliar a prática dos enfermeiros da Estratégia Saúde da Família na atenção à saúde auditiva infantil. Como produtos foram elaborados dois artigos. O primeiro, artigo de revisão intitulado de “Fatores de risco para perda auditiva em neonatos e lactentes: revisão integrativa” com o objetivo de investigar na literatura os fatores de risco para perda auditiva em neonatos e lactentes. A busca foi realizada nas bases de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Medical Literature Analysis and Retrieval Sistem on-line (Medline), Índice Bibliográfico Espanhol de Ciências de Saúde (IBECS), Biblioteca Cochrane e Banco de dados de Enfermagem (BDENF) por meio dos descritores perda auditiva, lactentes e fatores de risco. A amostra selecionada foi de 15 artigos, que abordaram a caracterização dos fatores de risco quanto à frequência, prevalência da perda auditiva, idade do diagnóstico e possível etiologia da perda auditiva. Os fatores de risco mais evidenciados foram: prematuridade, baixo peso ao nascer, hiperbilirrubinemia, ventilação mecânica, uso de medicações ototóxicas, doenças ou distúrbios respiratórios, tempo de permanência em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) e história familiar. O segundo, artigo original intitulado de “Saúde auditiva infantil: prática dos enfermeiros da Estratégia Saúde da Família” se constituiu numa avaliação normativa, para verificação da estrutura e os processos desenvolvidos nessa atuação. O estudo foi realizado nas Unidades de Saúde da Família no município de Recife, Pernambuco, em uma população de 37 enfermeiros. O instrumento de coleta de dados foi originado de uma matriz de indicadores validada, que aborda dimensões relacionadas à estrutura física e materiais necessários, adequação técnico-científica e formação profissional. A análise dos dados foi realizada com base nesta matriz, por meio de estatística descritiva e bivariada. Como principais resultados, evidenciou-se que todos os enfermeiros identificaram os marcos do desenvolvimento auditivo e 94,5% relataram pelo menos dois fatores de risco para perda auditiva. Apenas 21,6% realizaram atividades educativas relacionadas com a saúde auditiva infantil. A avaliação normativa desta prática foi considerada adequada (54,1%) com um escore médio de 74,5 pontos, não evidenciando diferença estatística significante entre os escores segundo as variáveis biológicas e profissionais. Conclui-se que a adequada prática dos enfermeiros na atenção à saúde auditiva infantil traz benefícios para a criança em desenvolvimento e a prevenção da perda auditiva.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12040
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Enfermagem

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