Skip navigation
Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/11477
Title: ESTUDO DA ASSOCIAÇÃO ENTRE IgE E IgG1 ANTI-Ascaris E A PRESENÇA DE ASMA: AVALIAÇÃO DA RESPOSTA IMUNE CELULAR EM CRIANÇAS RESIDENTES NA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE
Authors: Nóbrega, Cassia Giselle de Oliveira
Keywords: Asma;IgE anti-Ascaris;IgG1 anti-Ascaris;Citocinas;Eosinófilos
Issue Date: 31-Jan-2014
Publisher: Universidade Federal de Pernambuco
Abstract: A intensidade da resposta alérgica pode ser alterada em indivíduos sensibilizados por Ascaris lumbricoides, ou seja, com presença de anticorpos específicos no soro. Quanto à IgE anti-Asc, este anticorpo tem sido relatado como um fator de risco para asma, mas sobre a IgG1anti-Asc pouco é sabido. Este trabalho teve como objetivo verificar a associação entre IgE, IgG1 e IgG4 anti-Asc no soro e a presença de asma, bem como, entre asma e níveis de citocinas, valores absolutos de neutrófilos e eosinófilos, em pacientes com IgE ou IgG1 anti-Asc no soro. Para isto, crianças de 2 a 14 anos de idade, residentes na Região Metropolitana do Recife (n=104), asmáticas ou não asmáticos, sem infecção, tiveram as amostras de sangue coletadas. Foi realizado o leucograma e a cultura celular do sangue periférico. As células foram cultivadas, estimulados ou não com PHA, e os sobrenadantes submetidos à dosagem de citocinas por CBA. Os isótipos IgE, IgG1 e IgG4 anti-Asc, no soro, foram mensurados por ELISA. Foram formados 8 grupos de estudo: asma IgE anti-Asc positivo e negativo; controle (paciente não asmáticos) IgE anti-Asc positivo e negativo; asma IgG1 anti-Asc positivo e negativo; controle IgG1 anti-Asc positivo e negativo. Foi observado que não houve diferença na quantidade de indivíduos com IgE positivo e negativo entre os grupos asma e controle, bem como nos níveis deste anticorpo. O mesmo foi notado para a presença de IgG1 anti-Asc, porém com níveis mais elevados de anticorpo nos indivíduos controles. Não foram detectados níveis de IgG4 anti-Asc em pacientes asmáticos ou controles. Foram encontrados maiores níveis de IL-6, TNF-α e número de eosinófilos nos pacientes asmáticos em comparação aos controles. Este perfil se manteve nos pacientes asma IgE anti-Asc negativo, quando comparado aos controles negativo. Nos pacientes do grupo asma IgG1 anti-Asc positivo, foram observados maiores níveis de IL-6 e eosinófilos, em comparação aos do grupo controle positivo. No grupo asma IgG1 negativo houve maiores números de neutrófilos e eosinófilos, em comparação aos pacientes controle negativo. Os grupos asmáticos, independente da presença de IgE anti-Asc, apresentaram maior frequência de indivíduos com IL-10 e IFN-. Apenas os indivíduos do grupo asma IgG1 anti-Asc negativo apresentaram maior frequência de pacientes IL-10 e IFN-γ. Diante disso, o fato de ter asma favoreceu a produção de IL-6, TNF-α e eosinófilos, bem como IL-10 e IFN-γ, independente da presença da IgE anti-Asc. Contudo, em pacientes asmáticos a presença da IgG1 anti-Asc parece interferir melhorando a produção de IL-6, eosinófilos, mas não de IL-10 e IFN-γ.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/11477
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Medicina Tropical

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
DISSERTAÇÃO CASSIA GISELLE DE OLIVEIRA NÓBREGA.pdf1.63 MBAdobe PDFView/Open


This item is protected by original copyright



This item is licensed under a Creative Commons License Creative Commons