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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/11060
Título: “Território dos excluídos” : as territorializações de crianças e adolescentes em situação de risco no espaço urbano de Campina Grande – PB
Autor(es): BARBOSA, Renata da Silva
Palavras-chave: Território; Crianças; Adolescentes; Situação de risco
Data do documento: 31-Jan-2014
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: BARBOSA, Renata da Silva. “TERRITÓRIOS DOS EXCLUÍDOS”: as territorializações de crianças e adolescentes em situação de risco no espaço urbano de Campina Grande – PB. Recife, 2014. Dissertação (Mestrado em Geografia). Programa de Pós-Graduação em Geografia. CFCH/UFPE/PPGEO.
Resumo: O respectivo estudo aborda os territórios que são construídos e descontruídos nas mais variadas escalas e tempos por crianças e adolescentes, em situação de risco, no espaço urbano da cidade de Campina Grande – PB. A pesquisa delimita-se nos respectivos espaços, sendo estes localizados no centro e seu entorno: semáforos, praças (Clementino Procópio e Bandeira), parque (Evaldo Cruz) e principais ruas comerciais. Como se denota, o objetivo principal do estudo é analisar os processos de territorialização, desterritorialização e reterritorialização desta população infanto-juvenil, bem como identificar a realidade sócio-espacial desta população, a fim de compreender melhor o porquê destes “trabalhadores” nestes locais. Isto demanda entendermos os relacionamentos familiares, o papel do Estado e a estrutura social como um todo, ou seja, o que estas instâncias garantem para as crianças e adolescentes, na tentativa de identificarmos a construção de territórios e territorialidades e, assim, evidenciar a violência, o medo e as drogas como fatores de construção territorial. O método utilizado para embasar o estudo é o dialético, visto que, caracteriza-se por um modelo esquemático de esclarecimento da realidade que possui como base a oposição e os choques entre situações diversas ou opostas (pares dialéticos), ou seja, serão analisadas as “partes” em constantes mudanças e conflitos. Os procedimentos metodológicos que norteiam a pesquisa constitui-se do levantamento bibliográfico e documental, no qual, forneceu um aporte teórico que corroborou para a pesquisa empírica.Ressalte-se que as observações “in loco” caracterizaram-se tanto por observações da pesquisadora, sem participação direta do público alvo, como também se fez necessário à aplicação de questionários, para compreendermos as relações de medo, violência e a responsabilidade da sociedade campinense com esses indivíduos. Desta maneira, o trabalho que se segue não busca unicamente apresentar uma discussão teórico-metodológico que contribua para as discussões e reflexões em torno destas problemáticas urbanas. Pretende-se também, elucidar como essas crianças e adolescentes, enquadradas em situação de risco, são sujeitos de direito; indivíduos marginalizados pertencentes a um espaço que não é “natural”, mas partícipes de organizações como a família, a sociedade e o Estado que detêm responsabilidades diante destes, aonde, são considerados pela Constituição como prioridade absoluta.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/11060
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Geografia

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