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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10680
Título: “Novos”modelos de gestão da saúde em Pernambuco e rebatimentos na prática dos Assistentes Sociais nas Unidades de Pronto Atendimento
Autor(es): Souza, Nathália Cristina Rodrigues de
Palavras-chave: Modelo de Gestão; Política de Saúde; Serviço Social
Data do documento: 17-Mai-2012
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Resumo: Esta dissertação analisa os impactos trazidos com a inauguração das Unidades de Pronto Atendimento – UPAS, gerenciadas pelo modelo de gestão compartilhada entre o público e o privado no SUS em Pernambuco. Para isso realizamos um resgate histórico, através da pesquisa documental, trazendo desde o Movimento de Reforma Sanitária – com a construção do SUS, passando pelo contexto da Reforma do Estado e seus rebatimentos para a saúde. Nesse âmbito também trazemos a discussão acerca do trabalho profissional dos Assistentes Sociais inseridos nessa realidade. Caracterizando as ações realizadas, as novas demandas institucionais, desafios e entraves encontrados. O que temos vivenciado em nosso estado, é que apesar de toda fragilidade da Atenção Básica nos municípios, os investimentos têm se voltado para a média e alta complexidade e tais unidades, por decisão política, vêm sendo geridas por Organizações Sociais (OSs), que tem requisitado novas demandas para a prática profissional do Assistente Social, demandas estas que muitas vezes obedecem à lógica da mercantilização da saúde. No desenvolvimento desse estudo, participamos de reuniões com as Supervisoras de Serviço Social das UPAs e Seminário e com os gestores destas Unidades. Utilizamos a técnica de observação participante, que nos permitiu adentrar no dia-a-dia dos Assistentes Sociais envolvidos na pesquisa, a fim de conhecermos mais de perto suas expectativas e atitudes. Consideramos que, em relação às perspectivas\demandas institucionais para o Serviço Social, os interesses se contradizem e podem mesmo ser antagônicas. Contudo, verificamos que as ações que estão sendo desenvolvidas pelos assistentes sociais destas Unidades, estão direcionando-se a fim de transpor o caráter emergencial e burocrático, bem como ter uma direção educativa através da reflexão em relação às condições sócio-históricas a que são submetidos os usuários e mobilização para a defesa do direito à saúde.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10680
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Serviço Social

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