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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10641
Título: Caracterização morfomérica e molecular de populações de Pratylenchus coffeae e reações de leguminosas e gramíneas ao parasitismo.
Autor(es): Lira, Vanessa Lopes
Palavras-chave: Expansão D2/D3; Fitonematoides; Morfologia; Rotação de cultura
Data do documento: 31-Jan-2013
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: LIRA, Vanessa Lopes. Caracterização morfométrica e molecular de populações de Pratylenchus coffeae e reações de leguminosas e gramíneas ao parasitismo. Vitória de Santo Antão, 2013. 59 f. Dissertação (mestrado) - UFPE, Centro Acadêmico de Vitória, Programa de Pós-graduação em Saúde Humana e Meio Ambiente, 2013..
Resumo: Pratylenchus coffeae, conhecida popularmente no Nordeste por nematoide das lesões do inhame-dacosta, apresenta diversidade morfológica e de virulência entre populações de diferentes localidades. Como consequência, têm sido descritas novas espécies, a exemplo de P. pseudocoffeae e P. jaehni, anteriormente consideradas P. coffeae. Outra questão de relevo é o difícil controle populacional do nematoide no campo. O objetivo da pesquisa foi inicialmente caracterizar taxonomicamente dez populações do nematoide das lesões do inhame da costa, coletadas em diferentes regiões produtoras do Estado de Pernambuco. Para tal, foram utilizadas análises morfométricas e moleculares. Os resultados mostraram que as dez populações eram similares entre si e que possuíam mais de 70% de similaridade com os dados da literatura referentes à P. coffeae. Quanto a análise molecular, todos os espécimes analisados apresentaram 100% de homologia para P. coffeae, considerando-se as sequências do GenBank. Com isto, confirmou-se a identidade do nematoide das lesões do inhame-da-costa no Nordeste como sendo P. coffeae. O segundo objetivo foi identificar reações de hospedabilidade, resistência, tolerância, intolerância e de susceptibilidade em três leguminosas e em cinco gramíneas, todas de valor comercial, em relação ao parasitismo de P. coffeae. Os resultados mostraram que as variedades leguminosas feijão macassar IPA- 206 e IPA- 207 e as gramíneas milho São José e o milho doce como maus-hospedeiros-resistentes e o sorgo granífero como não-hospedeiro. Todos os genótipos podem ser utilizados em planos de rotação de culturas para controle de P. coffeae.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10641
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Saúde Humana e Meio Ambiente

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