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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10563
Título: Oxigenoterapia hiperbárica em pacientes em lista de espera para o transplante hepático
Autor(es): KREIMER, Flávio
Palavras-chave: Transplante de fígado; Oxigenoterapia; Insuficiência hepática
Data do documento: 23-Jan-2012
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: KREIMER, Flávio. Oxigenoterapia hiperbárica em pacientes com cirrose hepática listados para o transplante de fígado. Recife, 2012. 70 f. : Tese (doutorado) - UFPE, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-graduação em Cirurgia, 2012.
Resumo: Racional - A função hepática é um processo complexo que envolve múltiplos eventos celulares. Em pacientes cirróticos pode se beneficiar da terapia com oxigênio hiperbárico, seja no período pré-operatório, assim como, em complicações do transplante como na trombose da artéria hepática. Objetivo - Avaliar os efeitos da oxigenoterapia hiperbárica, considerando as características clínicas e laboratoriais dos pacientes cirróticos em lista de espera para transplante hepático. Método - Estudo prospectivo com intervenção, no qual 10 pacientes foram escolhidos aleatoriamente entre os pacientes cirróticos em lista de espera para transplante hepático. A idade variou de 52 a 65 anos, e todos apresentaram escore MELD maior que 15. Todos os pacientes foram submetidos a nove sessões de terapia com oxigênio hiperbárico, em dias alternados com a duração de 60 minutos por sessão, com atmosfera de oxigênio de 100% e pressão de 2,8 ATM. As variáveis dependentes foram os valores laboratoriais bioquímicos e hematológicos, avaliados antes e após sessões de terapia hiperbárica de oxigênio, além de parâmetros clínicos, considerando-se também o Child-Turcotte-Pugh e o MELD. A análise estatística foi realizada com o programa Statistical Package for Social Sciences (SPSS), e incluiu média com desvio-padrão. Resultados - Três (30%) pacientes relataram diminuição no número e intensidade da encefalopatia. Não houve casos de peritonite bacteriana espontânea e sangramento gastrointestinal e não ocorreu aumento na gravidade da ascite. Dois pacientes relataram melhora no prurido e quatro no estado geral, poucas semanas após as sessões de oxigenoterapia hiperbárica. Em uma paciente portadora de Síndrome hepatopulmonar foi notada importante melhora da saturação de oxigênio e PaO2 de repouso. Conclusão - A oxigenoterapia hiperbárica pode contribuir para a melhora da função hepática e propiciar menor incidência de complicações relacionadas a cirrose, no pré-operatório de pacientes com indicação para o transplante de fígado.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10563
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Cirurgia

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