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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10411
Título: Análise paleopatológica em megafauna pleistocênica do Lajedo da Escada, Baraúna, Rio Grande do Norte, Brasil
Autor(es): BARBOSA, Fernando Henrique de Souza
Palavras-chave: Paleopatologia; Exame radiológico; Mamíferos pleistocênicos; Lajedo da Escada; Rio Grande do Norte; Pseudopaleopatologia
Data do documento: 29-Jul-2013
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: BARBOSA, Fernando Henrique de Souza. Análise paleopatológica em megafauna pleistocênica do Lajedo da Escada, Baraúna, Rio Grande do Norte, Brasil. Recife, 2013. 84 f. Dissertação (mestrado) - UFPE, Centro de Tecnologia e Geociências, Programa de Pós-graduação em Geociências, 2013.
Resumo: Estudos paleopatológicos em fósseis influenciam dramaticamente inferências relacionadas à Paleobiologia, Tafonomia e Paleontologia Sistemática. Apesar de sua grande relevância, tais análises têm sido pouco exploradas. No Brasil tais estudos são escassos, destacando-se o registro de doenças em mamíferos pleistocênicos. Neste trabalho, feições paleopatológicas em ossos de mamíferos pleistocênicos procedentes das cavernas do Lajedo da Escada (Formação Jandaíra, Bacia Potiguar), município de Baraúna, Estado do Rio Grande do Norte são identificadas e interpretadas, bem como são diferenciadas de feições tafonômicas. Foram inspecionados macroscopicamente 422 espécimes, dos quais 18 foram submetidos a exame radiológico. Apenas 17 espécimes apresentaram feições paleopatológicas, a saber: (i) oito ossos de Glyptotherium sp., com feições relacionadas à osteoartrite; (ii) cinco espécimes com feições de osteomielite, sendo três de Eremotherium laurillardi, um de Pachyarmatherium brasiliense e um osso indeterminado; (iii) um espécime de E. laurillardi com osteocondrite dissecante; (iv) um elemento de Xenorhinotherium bahiense e outro de E. laurillardi apresentando sinais de necrose óssea inespecífica; e (v) uma falange de Toxodon sp. com sinais de periostite. A presença de neoformação, remodelagem e esclerose óssea permitiu diferenciar feições paleopatológicas de feições tafonômicas nos 17 espécimes, enquanto a forma e localização dessas feições permitiu atribuir uma causa, mesmo que não totalmente específica. Diversos espécimes apresentaram assinaturas tafonômicas (abrasão, corrosão, compactação, incrustação e fratura) que simulavam verdadeiras lesões patológicas (pseudopaleopatologias), cuja diferenciação foi realizada pela ausência de características tipicamente relacionadas a processos patológicos (neoformação, remodelagem e esclerose óssea).
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10411
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Geociências

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