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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10339
Título: Achados Ecodopplercardiográficos em Pacientes com Doença Hepática Crônica com Shunt Intrapulmonar quando comparados aos sem Shunt
Autor(es): Mota, Vítor Gomes
Palavras-chave: Ecocardiografia Doppler; Hepatopatias; Síndrome hepatopulmonar; Hipertensão portal; Esquistossomose
Data do documento: 31-Jan-2013
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Resumo: A doença hepática crônica (DHC) apresenta elevada incidência e prevalência em todo o mundo. Entre as suas principais causas, destacam-se a ingestão crônica e excessiva de álcool, as hepatites virais e a esquistossomose. O ecoDopplercardiograma trasnstorácico contrastado (ETC) é o exame padrão ouro na pesquisa de shunt intrapulmonar (SIP), no diagnóstico da cardiomiopatia cirrótica (CMC) e no rastreio da hipertensão portopulmonar nos pacientes com DHC. Essa pesquisa objetiva verificar as alterações ecoDopplercardiográficas em hepatopatas crônicos com SIP quando comparados ao pacientes sem SIP, tendose a hipótese de que a ocorrência de alterações ecocardiográficas é mais elevada em pacientes com doença hepática e SIP quando comparada aos sem SIP. Consiste de uma revisão sistemática intitulada: ´´O EcoDopplercardiograma na Doença Hepática Crônica``, onde se faz uma análise sobre os artigos publicados avaliando a ocorrência de alterações ecocardiográficas em pacientes com DHC, enfatizando-se o cálculo do volume atrial esquerdo, a identificação da disfunção diastólica no diagnóstico da CMC, protocolos utilizados na pesquisa de SIP e rastreio da hipertensão portopulmonar. Cento e sessenta e oito pacientes foram elegíveis para o estudo, oriundos do ambulatório de hepatologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco, no período de 2010 a 2012, em Recife, PE. No artigo com título ´´Achados ecoDopplercardiográficos em pacientes com doença hepática crônica com shunt intrapulmonar quando comparados aos sem shunt``, descreveu-se o estudo em detalhes. Em seus resultados observou-se maior ocorrência de disfunção diastólica moderada nos pacientes com SIP (24 vs. 16, P = 0,034). Os pacientes com grau II de SIP apresentaram frequência mais elevada de disfunção diastólica moderada do que os de grau I (16 vs 8, P = 0,028). Não houve diferença estatística em relação ao volume atrial esquerdo entre os grupos (58 vs 55, P = 0,181), bem como na ocorrência de hipertensão arterial pulmonar (25 vs 33, P = 0,963). A presença de SIP, assim como o grau II de SIP apresentaram boa correlação com disfunção diastólica moderada pelo ETC. A disfunção diastólica moderada pareceu ter efeito preditor para aparecimento de SIP.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10339
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Ciências da Saúde

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