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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10311
Título: Caquexia em mulheres com Artrite Reumatoide
Autor(es): CAVALCANTI, Sérgio Vasconcelos
Palavras-chave: Caquexia; Artrite Reumatoide
Data do documento: 31-Jan-2012
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Resumo: A caquexia reumatoide (CR) é uma importante complicação metabólica da artrite reumatoide (AR) que ocorre em até dois terços dos indivíduos acometidos pela doença. Caracterizada pela perda de massa muscular (MM) e pelo aumento compensatorio de gordura corporal, ela está associada ao comprometimento da força muscular e da capacidade funcional e ao aumento do risco de desenvolvimento de diabetes mellitus, dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica e doenças cardiovasculares. A presente dissertação é composta por uma revisão da literatura e por um artigo original intitulado Caquexia em mulheres com artrite reumatoide e sua associação com atividade da doença. A revisão da literatura enfatizou alguns conceitos gerais da AR, aspectos relacionados à composição corporal e seus métodos de determinação, além de aspectos relacionados à CR – fisiopatologia, epidemiologia, diagnóstico, consequências e tratamento. O artigo original corresponde a um estudo de corte transversal e base hospitalar no qual foram incluídas 72 pacientes portadoras de AR (grupo AR) e 61 mulheres sem a doença (grupo comparação). A frequência de caquexia foi determinada através da excreção urinária de creatinina. Foram testadas associações entre a presença de caquexia nas portadoras de AR e alguns parâmetros de atividade e severidade da doença como, por exemplo, o 28-joint Disease Activity Score (DAS28), a velocidade de sedimentação das hemácias, o Health Assessment Questionnaire (HAQ), o fator reumatóide e o tempo de doença. Para análise dos dados, foram utilizadas técnicas de estatística descritiva e inferencial. A frequência de caquexia no grupo AR foi de 45,8% enquanto que no grupo comparação foi de 29,5%. As pacientes com AR apresentaram uma redução da MM quando comparadas às mulheres sem a doença (17,74 ± 5,23 kg versus 19,37 ± 4,12 kg, respectivamente; p = 0,046). Não houve associação entre a presença de CR e os marcadores de atividade e severidade da doença. Em conclusão, a redução da MM de mulheres com AR encontrada no nosso estudo reforça a importância da avaliação da composição corporal nesse grupo de pacientes.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10311
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Ciências da Saúde

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