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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10297

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dc.contributor.advisorSilva, Hilton Justino da-
dc.contributor.authorCunha, Renata Andrade da-
dc.date.accessioned2015-03-04T12:50:55Z-
dc.date.available2015-03-04T12:50:55Z-
dc.date.issued2013-01-31-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10297-
dc.description.abstractA Respiração Oral pode levar a modificações orofaciais, diminuindo a passagem aérea nasal e na mecânica respiratória, com redução da força muscular respiratória. Baseando-se nesta afirmação, a presente dissertação consta uma revisão sistemática, que teve como objetivo investigar estudos que utilizaram métodos de avaliação da força muscular respiratória em respiradores orais, a partir de dissertações e artigos. Com esta revisão, confirmou-se a hipótese que há poucos estudos avaliando a força muscular respiratória em indivíduos com Respiração Oral, através da manovacuometria, que apresenta dados precisos e confiáveis das pressões respiratórias máximas, e que mais estudos necessitam ser realizados para dar maior evidência à recomendação dessa técnica. O artigo original teve como objetivo observar se existe relação entre a força muscular respiratória e a área da aeração nasal em crianças respiradoras orais, de ambos os gêneros e com idade de 7 a 12 anos e compará-las com crianças respiradoras nasais na mesma faixa etária. O estudo foi do tipo observacional, transversal comparativo entre dois grupos. Realizou-se a coleta nos Ambulatórios de Alergia e Pediatria do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco, onde foram realizadas as seguintes avaliações: da área de aeração nasal com o espelho nasal milimetrado de Altmann e da força muscular respiratória, através das pressões máximas inspiratória e expiratória, com o manovacuômetro digital MVD®300. Embora não tenha sido confirmada a hipótese da relação entre os valores da área da aeração nasal e os valores da força muscular respiratória nas crianças respiradoras orais, houve diferença entre os gêneros estudados quanto aos dados das pressões expiratórias e inspiratórias máximas com valores maiores para os meninos, em ambos os grupos. O mesmo aconteceu para o grupo de respiradores nasais. Os resultados sugerem que a transição da respiração nasal para a oral pode induzir a alterações na estrutura muscular respiratória, desenvolvendo estratégias de compensação para conviver com as consequências da Respiração Oral, sem aparecimento de adaptações perceptíveis e, assim, facilitando a respiração.pt_BR
dc.description.sponsorshipCNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico),pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectRespiração Bucalpt_BR
dc.subjectAeraçãopt_BR
dc.subjectForça muscularpt_BR
dc.subjectEstudos de avaliaçãopt_BR
dc.subjectCriançapt_BR
dc.titleRelação da Força Muscular Respiratória e o Grau da Aeração Nasal em Respiradores Oraispt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.advisor-coCunha, Daniele Andrade da-
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Ciências da Saúde

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