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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8030

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dc.contributor.advisorKruse Grande de Arruda, Ilma pt_BR
dc.contributor.authorMagdala Sales de Azevedo, Mariapt_BR
dc.date.accessioned2014-06-12T22:56:37Z-
dc.date.available2014-06-12T22:56:37Z-
dc.date.issued2009-01-31pt_BR
dc.identifier.citationMagdala Sales de Azevedo, Maria; Kruse Grande de Arruda, Ilma. Deficiência de vitamina A em pré-escolares da cidade do Recife, nordeste do Brasil. 2009. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Nutrição, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2009.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8030-
dc.description.abstractIntrodução: Dentre as deficiências nutricionais de maior relevância, a deficiência de vitamina A (DVA) está presente como um grande problema de saúde pública no Brasil. E crianças em idade pré-escolar estão entre os grupos de risco para o desenvolvimento da DVA. Objetivo: Avaliar o consumo e o retinol sérico em crianças em idade pré-escolar, de ambos os sexos, de creches públicas da cidade do Recife/PE - Brasil. Métodos: Estudo de corte transversal, envolvendo 344 crianças, de 24 a 60 meses de idade selecionadas por amostragem do tipo aleatório sistemático de 18 creches públicas do Recife, em 2007. O consumo alimentar foi avaliado pelo Recordatório de 24h e pela pesagem direta, e comparado com os valores da Dietary Reference Intakes (DRI s). O status de vitamina A foi avaliado pelo retinol sérico. Resultados: A prevalência de níveis inadequados de retinol sérico (<0,70mmol/L) foi de 7,7% (IC 95% 4,88 11,81), caracterizando a DVA como problema de saúde pública do tipo leve, segundo critérios da Organização Mundial de Saúde. Por outro lado, 29,6% (IC 95% 24,22 35,63) das crianças apresentaram níveis aceitáveis ou marginais (0,70 a 1,04mmol/L) de retinol. Em relação ao consumo de vitamina A, os valores abaixo da EAR (Estimated Average Requirement), de 210mg/dia para crianças de 1 a 3 anos e de 275mg/dia para crianças de 4 a 8 anos de idade foi de 8,1% e 21,3%, respectivamente. As prevalências de déficits antropométricos (<-2 escores Z) nos pré-escolares foram de 2,5% para o indicador P/I, de 8,6% quanto ao A/I e de 1,5% em relação ao P/A. Não houve diferença estatística entre as variáveis sexo e idade. Conclusão: O consumo alimentar e o retinol sérico encontravam-se dentro do recomendado, demonstrando a importância da institucionalização para o adequado estado nutricional das crianças e manutenção dos estoques adequados de vitamina A. Todavia, são necessários mais estudos enfocando pré-escolares não institucionalizados, ou seja, crianças que vivem fora do ambiente privilegiado das crechespt_BR
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicopt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectRetinol séricopt_BR
dc.subjectDeficiência de vitamina Apt_BR
dc.subjectVitamina Apt_BR
dc.subjectPré-escolarespt_BR
dc.subjectConsumo alimentarpt_BR
dc.titleDeficiência de vitamina A em pré-escolares da cidade do Recife, nordeste do Brasilpt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Nutrição

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