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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7553

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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorSILVEIRA, Vera Magalhães dapt_BR
dc.contributor.authorGONÇALVES, Maria de Fátima de Melopt_BR
dc.date.accessioned2014-06-12T18:33:31Z
dc.date.available2014-06-12T18:33:31Z
dc.date.issued2012-01-31pt_BR
dc.identifier.citationde Fátima de Melo Gonçalves, Maria; Magalhães da Silveira, Vera. Avaliação da freqüência, etiologia e fatores associados à Sepse tardia em UTI neonatal. 2012. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2012.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7553
dc.description.abstractA sepse tardia no período neonatal é um problema de saúde pública não só nos países desenvolvidos, como principalmente nos países em desenvolvimento, onde a incidência é mais elevada. Com os avanços nos cuidados neonatais, tem-se observado a sobrevivência de recém-nascidos cada vez mais prematuros ou com malformações antes consideradas incompatíveis com a vida. Estes recém-nascidos têm maior risco de infecção pela imaturidade imunológica, necessidade de maior permanência hospitalar; de procedimentos invasivos como ventilação mecânica, acesso venoso central; de nutrição parenteral e de antibioticoterapia. É importante a identificação destes fatores de risco para diminuir a incidência de infecção, reduzindo também a permanência hospitalar, a morbimortalidade dos recém-nascidos e os custos. Além disso, como o tratamento inicial da sepse tardia é empírico, é preciso que se saiba a etiologia dos micro-organismos mais frequentes na unidade, para que a terapêutica a ser instituída possa ser eficaz, aumentando a chance de sobrevivência destas crianças, com menos sequelas. Objetivo: Avaliar a frequência da sepse tardia, identificar os agentes etiológicos e os fatores de risco mais frequentes, nos recém-nascidos internados na UTI neonatal do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco. Método: Estudo descritivo, prospectivo, realizado no período de janeiro a outubro de 2011, incluindo todos os recém-nascidos internados na unidade de terapia intensiva neonatal, que tiveram o diagnóstico de sepse tardia. A sepse tardia foi definida como sepse clínica ou com comprovação microbiológica, segundo os critérios recomendados pela ANVISA. Resultados: No período estudado, 217 RNs foram admitidos na UTI neonatal e foram observados 52 episódios de infecção em 32 RNs. A frequência foi de 23,9% e a densidade de incidência, 25,8/1.000 RNdia. A densidade de incidência de infecção associada a cateter venoso central foi de 40,8/1.000 CVC-dia. As hemoculturas tiveram 32,6% de positividade e o micro-organismo mais isolado foi o Staphylococcus coagulase negativo. A sepse tardia foi mais frequente entre os recém-nascidos do sexo masculino, prematuros, menores de 33 semanas e de 1.500g, que foram submetidos à antibioticoterapia prévia, à nutrição parenteral, à intubação traqueal, à ventilação mecânica e ao acesso venoso central. Conclusão: A alta densidade de incidência da sepse tardia associada a cateter venoso central indica que medidas visando inserção e manuseio do cateter, devem ser intensificadas. O uso restrito e criterioso de outros procedimentos invasivos e de antibióticos também deve ser estabelecido para diminuir a ocorrência de infecção, principalmente nos recém-nascidos prematurospt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectSepse tardiapt_BR
dc.subjectInfecção hospitalarpt_BR
dc.subjectRecém-nascidopt_BR
dc.subjectUnidade de terapia intensivapt_BR
dc.titleAvaliação da freqüência, etiologia e fatores associados à Sepse tardia em UTI neonatalpt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
Aparece nas coleções:Dissertações de Mestrado - Medicina Tropical

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