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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7512
Título: Sentido, memória e identidade no discurso poético de Patativa do Assaré
Autor(es): Eliza Freitas do Nascimento, Maria
Palavras-chave: Discurso; Memória; Identidade
Data do documento: 31-Jan-2008
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Eliza Freitas do Nascimento, Maria; Maria Lins de Araujo, Gilda. Sentido, memória e identidade no discurso poético de Patativa do Assaré. 2008. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em História, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2008.
Resumo: Resumo: Este trabalho tem como objetivo analisar o funcionamento discursivo da poesia de Patativa do Assaré, observando a identidade nordestina como uma construção discursiva, produzida por relações interdiscursivas e por dizeres institucionalizados na memória discursiva. Discutimos a identidade nordestina a partir das visibilidades e dizibilidades apresentadas para o objeto Nordeste em práticas discursivas diversas, as quais referendam uma construção identitária de forma metonímica. Com isso, o Nordeste é apresentado como se fosse formado apenas pelo sertão, caracterizado como espaço regional seco e miserável, silenciando outras formas de ver e dizer a região. Como base teórica, utilizamos a Análise do Discurso Francesa, a partir das ideias de Michel Pêcheux, Jean-Jacques Courtine e Michel Foucault. A questão da identidade está embasada nos autores Stuart Hall, Tomaz Tadeu da Silva, Zigmunt Bauman e Boaventura Souza Santos. Realizamos pesquisa bibliográfica para contextualizar a linha teórica e o lugar de fala do poeta em estudo. Analisamos os poemas A triste partida e Nordestino, sim, nordestinado, não, apresentando-os como um enunciado discursivo que se oferece a múltiplas leituras da realidade sócio-cultural do Nordeste. Os sentidos, nesses poemas, são construídos pela articulação com outros discursos, principalmente o religioso e o político, gerando a teia de relações interdiscursivas. A identidade nordestina é construída de acordo com a posicâo-sujeito assumida pelo enunciador, que enuncia de diferentes lugares a partir de condições de produção determinadas. Os dizeres produzidos constituem práticas discursivas que ora reforçam estereótipos do Nordeste, ora desconstrói esses estereótipos, reforçando a déia de que a identidade não é fixa
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7512
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Linguística

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