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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorCordiviola, Alfredo Adolfopt_BR
dc.contributor.authorMarques, Roberta Ramospt_BR
dc.date.accessioned2014-06-12T18:30:29Z-
dc.date.available2014-06-12T18:30:29Z-
dc.date.issued2008-01-31pt_BR
dc.identifier.citationRamos Marques, Roberta; Adolfo Cordiviola, Alfredo. Deslocamentos Armoriais: da afirmação épica do popular na Nação Castanha de Ariano Suassuna ao corpohistória do Grupo Grial. 2008. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação em Letras, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2008.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7240-
dc.descriptionArquivo trocado por versão completa no dia 25/09/2020.-
dc.description.abstractO Movimento Armorial tem tido, antes e a partir de sua oficialização (1970), os mais variados resultados estéticos nos diversos campos artísticos. Porém, o conjunto mais significativo de formulações teóricas a seu respeito esteve sempre a cargo de seu criador e maior incentivador, Ariano Suassuna. Este escritor construiu até hoje uma trajetória como artista, professor, teórico e gestor cultural, coerente com os princípios armoriais e com a sua interpretação da cultura brasileira, identificada como uma Nação Castanha . Nosso objetivo, neste trabalho, é discutir, por um lado, a complementaridade entre discurso e obra de Ariano Suassuna quanto à afirmação épica das identidades populares (Canclini, 2005) subjacente à Nação Castanha . E, por outro, de que forma essa afirmação é retomada e reforçada nas experiências de dança armorial desde a década de 1970; mas também reformulada pelo conjunto da trajetória do Grupo Grial (existente desde 1997 e atuante até hoje), através da noção de corpo‐história (Louppe, 2004), implicado em todo o percurso do grupo e levado como questão para seus últimos espetáculos. Consideramos, na nossa discussão, variados depoimentos, artigos, entrevistas de Ariano Suassuna, mas em especial seu romance armorial brasileiro , A Pedra do Reino (1971), e sua tese de livre docência, A Onça Castanha e a Ilha Brasil (1976). No âmbito da dança, discutimos as várias tentativas de realizar uma dança armorial desde a década de 1970, sobretudo os investimentos no Balé Armorial do Nordeste e no Balé Popular do Recife; mas focalizamos nossa atenção no trabalho do Grupo Grial, especialmente em três espetáculos representativos das suas diferentes fases: A Demanda do Graal Dançado (1998); As Visagens de Quaderna ao Sol do Reino Encoberto (2000); e Ilha Brasil Vertigem (2006)pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectestudos culturaispt_BR
dc.subjectliteraturapt_BR
dc.subjectarmorialpt_BR
dc.subjectdançapt_BR
dc.subjectcorpopt_BR
dc.subjectidentidadept_BR
dc.titleDeslocamentos Armoriais: da afirmação épica do popular na Nação Castanha de Ariano Suassuna ao corpohistória do Grupo Grialpt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
Aparece en las colecciones: Teses de Doutorado - Teoria da Literatura

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