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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorALMEIDA, Anthony de Padua Azevedo-
dc.contributor.authorALMEIDA, João Vitor Freire-
dc.date.accessioned2026-01-28T16:23:50Z-
dc.date.available2026-01-28T16:23:50Z-
dc.date.issued2025-12-16-
dc.date.submitted2026-01-20-
dc.identifier.citationALMEIDA, João Vitor Freire. Geografias do rock recifense contemporâneo: sociabilidades musicais na era digital (2020-2025). 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Geografia) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67965-
dc.description.abstractEste trabalho apresenta uma investigação geográfica sobre o gênero musical do rock no Recife contemporâneo. Baseia-se em abordagens inseridas na Geografia Cultural e na Geografia da Música e em conceitos como tecnosfera, psicosfera, horizontalidades e verticalidades (Santos, 1996; 2000), paisagem sonora (Torres, 2010; 2018), sociabilidade (Turra Neto, 2008; 2010) e as lógicas de mainstream e underground na definição de Silva (2025), com paralelos traçados entre os legados de movimentos como Udigrudi e Manguebeat. A metodologia consistiu na pesquisa de referencial teórico, seguido da realização de entrevistas semiestruturadas com 9 representantes de bandas com primeiro lançamento público após 2020, originários de Recife ou sua região metropolitana e com influências sonoras do rock. As respostas foram gravadas, sistematizadas e analisadas criticamente em planilhas e organizadas em tabelas, gráficos e mapas. Os resultados apontam um underground recifense marcado por sociabilidades entre jovens amigos, forte cooperação entre bandas e concentração de espaços de shows e gravação no Centro e na Zona Norte, o que gera diferentes eixos fechados dentro da cidade que reforçam desigualdades dentro do próprio underground. A era digital aparece simultaneamente como ferramenta de democratização da produção e da circulação musical e como instância de controle algorítmico que pressiona os artistas a se adequarem às lógicas das big techs estrangeiras. Também observa-se um repetitivo legado do Manguebeat, batizado de “fantasma do Mangue”, instrumentalizado para a transformação da cultura pernambucana em commodity. Conclui-se que não há consenso sobre a existência de uma cena definida de rock recifense contemporâneo, no entanto, há uma efervescência plural de produções, apesar de toda desigualdade socioespacial e racionalidade vertical dos meios digitais imposta pelo norte global.pt_BR
dc.format.extent73p.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectSociabilidades musicaispt_BR
dc.subjectGeografia musicalpt_BR
dc.subjectRock recifensept_BR
dc.subjectEra digitalpt_BR
dc.subjectRecifept_BR
dc.titleGeografias do rock recifense contemporâneo : sociabilidades musicais na era digital (2020-2025)pt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9433164308268153pt_BR
dc.degree.levelGraduacaopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6885547278424039pt_BR
dc.description.abstractxThis study presents a geographical investigation of the rock music genre in contemporary Recife. It is grounded in approaches from Cultural Geography and the Geography of Music, as well as in concepts such as the technosphere, psychosphere, horizontalities and verticalities (Santos, 1996; 2000), soundscape (Torres, 2010; 2018), sociability (Turra Neto, 2008; 2010), and the logics of mainstream and underground as defined by Silva (2025), drawing parallels with the legacies of movements such as Udigrudi and Manguebeat. The methodology consisted of a review of the theoretical framework, followed by semi-structured interviews with nine representatives of bands whose first public release took place after 2020, originating from Recife or its metropolitan area and displaying rock-related influences. The interviews were recorded, systematized and critically analyzed in spreadsheets, and organized into tables, graphs and maps. The results point to a Recife underground marked by sociabilities among young friends, strong cooperation between bands, and a concentration of venues for concerts and recording in the city Center and the Northern Zone, generating different closed axes within the city that reinforce inequalities within the underground itself. The digital age appears simultaneously as a tool for democratizing music production and circulation and as an instance of algorithmic control that pressures artists to adapt to the logics of foreign big tech companies. A repetitive legacy of Manguebeat is also observed, dubbed the “mangue ghost,” instrumentalized for the transformation of Pernambucan culture into a commodity. The study concludes that there is no consensus regarding the existence of a clearly defined contemporary Recife rock scene, however, there is a plural effervescence of productions, in spite of all the socio-spatial inequality and the vertical rationality of digital media imposed by the Global North.pt_BR
dc.subject.cnpqÁreas::Ciências Humanas::Geografiapt_BR
dc.degree.departament::(CFCH-DCG) - Departamento de Ciências Geográficaspt_BR
dc.degree.graduation::CFCH-Curso de Geografia (Bacharelado)pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.degree.localRecifept_BR
Aparece en las colecciones: (TCC) - Geografia (Bacharelado)

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