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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67666

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dc.contributor.advisorHernandez, Maria Cristina Ibarra-
dc.contributor.authorSilva, José Yank da-
dc.date.accessioned2026-01-15T15:02:32Z-
dc.date.available2026-01-15T15:02:32Z-
dc.date.issued2025-12-17-
dc.date.submitted2026-01-05-
dc.identifier.citationSILVA, José Yank da. Um quintal como território de afetos: o Design Participativo no resgate de memórias coletivas para (re)imaginar modos de habitar a cidade. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Design) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67666-
dc.description.abstractAo longo deste trabalho, busco resgatar as memórias do quintal da casa onde cresci, compreendido como um território periférico de convivência e afeto entre humanos e mais-que-humanos, onde encontros, práticas e lembranças se estendem além de seus limites físicos. Entendo aqui o quintal como um terreno que cultiva vidas e relações, aproximando-o das ideias de entrelaçamento e correspondência propostas pelo antropólogo Tim Ingold. Por meio do design participativo, utilizo a ferramenta dos mapas falantes do baralho “Co-criação em Ação” para estimular e compartilhar memórias de familiares e amigos que frequentaram o espaço em diferentes momentos, co-criando uma cartografia afetiva do quintal. Com base nessa perspectiva, procuro compreender como essas experiências podem inspirar reflexões sobre formas alternativas de habitar a cidade, sob um olhar contra-hegemônico e descentralizado. Apoio-me em autores como Milton Santos e Jane Jacobs, que reconhecem o território como espaço vivido, constituído pelas experiências diárias e pelas identidades que nele se formam, e defendem que a vitalidade das cidades emerge das relações e da convivência entre as pessoas. Combino, assim, a abordagem participativa com a observação atenta ao cotidiano do quintal, indicando que olhar para um microcosmo pode revelar dinâmicas que atravessam escalas maiores, como a cidade. A pesquisa reforça a importância de um design crítico, situado e sensível que, por meio do cuidado, propõe caminhos para ampliar nosso entendimento sobre os modos de viver os centros urbanos na contemporaneidade.pt_BR
dc.format.extent61p.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectQuintalpt_BR
dc.subjectTerritóriopt_BR
dc.subjectDesign Participativopt_BR
dc.subjectMemóriaspt_BR
dc.subjectHabitar a cidadept_BR
dc.titleUm quintal como território de afetos: o Design Participativo no resgate de memórias coletivas para (re)imaginar modos de habitar a cidadept_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5214013742433803pt_BR
dc.degree.levelGraduacaopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3707517093961615pt_BR
dc.description.abstractxThroughout this work, I seek to recover the memories of the backyard of the house where I grew up, understood as a peripheral territory of coexistence and affection between humans and more-than-humans, where encounters, practices, and recollections extend beyond its physical boundaries. I understand the backyard as a ground that cultivates lives and relationships, aligning it with the ideas of entanglement and correspondence proposed by anthropologist Tim Ingold. Through participatory design, I use the “Co-creation in Action” card deck and its talking-map tool to stimulate and share memories of family members and friends who experienced the space at different moments, co-creating an affective cartography of the backyard. From this perspective, I aim to understand how these experiences can inspire reflections on alternative ways of inhabiting the city through a counter-hegemonic and decentralized lens. I draw on authors such as Milton Santos and Jane Jacobs, who recognize territory as a lived space shaped by daily experiences and the identities formed within it, and who argue that the vitality of cities emerges from relationships and everyday coexistence. I combine this participatory approach with attentive observation of the backyard’s daily life, suggesting that looking at a microcosm can reveal dynamics that resonate across larger scales, such as the city. This research reinforces the importance of a situated, sensitive, and critical design practice that, through care, proposes pathways to broaden our understanding of how urban centers are lived in contemporary times.pt_BR
dc.subject.cnpqÁreas::Ciências Sociais Aplicadas::Desenho Industrialpt_BR
dc.degree.departament::(CAC-DDesign) - Departamento de Designpt_BR
dc.degree.graduation::CAC-Curso de Design – Bachareladopt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.degree.localRecifept_BR
dc.identifier.orcid0009-0007-3173-2238pt_BR
Appears in Collections:(TCC) - Design

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