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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorPEREIRA, Michelly Cristiny-
dc.contributor.authorSILVA, Marillya Morais da-
dc.date.accessioned2026-01-13T14:59:43Z-
dc.date.available2026-01-13T14:59:43Z-
dc.date.issued2025-08-01-
dc.identifier.citationSILVA, Marillya Morais da. Avaliação de um microambiente pró-inflamatório na resposta terapêutica em células de câncer de pulmão. 2025. Dissertação (Mestrado em Inovação Terapêutica) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67579-
dc.description.abstractO câncer de pulmão é uma das neoplasias mais incidentes e letais em todo o mundo, sendo o tipo de câncer que mais causa óbitos. O microambiente tumoral desempenha um papel crucial no desenvolvimento e progressão da doença. No Brasil, o tratamento padrão para o câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) inclui a combinação de cisplatina e etoposídeo. No entanto, a resistência aos derivados de platina e seus efeitos colaterais limitam a eficácia do tratamento. Este estudo teve como objetivo investigar os efeitos de um meio condicionado (MC) por macrófagos M1, isoladamente e em combinação com quimioterápicos, como uma estratégia para modular o microambiente tumoral e potencializar a terapia convencional. Macrófagos foram diferenciados para o fenótipo M1 usando PMA e LPS, com confirmação por citometria de fluxo (expressão de CD86) e quantificação de citocinas pró-inflamatórias (TNF e IL-6) por Cytometric Bead Array (CBA). A linhagem de CPNPC NCI-H1299 foi exposta ao MC sozinho ou em combinação com cisplatina e etoposídeo em concentrações correspondentes ao IC25 e IC50. A viabilidade celular foi avaliada pelo ensaio de MTT, mostrando que o MC reduziu significativamente a viabilidade das células tumorais (p<0,0001) e potencializou o efeito dos quimioterápicos. A análise do ciclo celular por citometria de fluxo (iodeto de propídeo) revelou que a combinação do MC com cisplatina aumentou a porcentagem de células na fase S (33,7%), enquanto a associação com etoposídeo aumentou as células em G1 (32,18%) (p<0,05). Além disso, o MC aumentou a produção de espécies reativas de oxigênio (ROS), avaliada por marcação com DHE, e potencializou esse efeito quando combinado com doses abaixo do IC50 de etoposídeo. A expressão gênica de marcadores de morte celular (CASP3, NLRP3, GSDMD e RIPK1) foi analisada por PCR em tempo real, demonstrando tendências de modulação, que precisam ser confirmadas por ensaios subsequentes. Ensaios clonogênicos mostraram que o MC inibiu a formação de colônias, e culturas 3D de esferoides confirmaram seu efeito na redução do tamanho dos esferoides, além de potencializar a ação da cisplatina nesses modelos mais complexos. Por fim, foi observado que o meio condicionado derivado de macrófagos M1 induziu uma redução de aproximadamente 20% na fluorescência de Ki67 na linhagem NCI-H1299, sugerindo um possível efeito antiproliferativo. Os resultados observados sugerem que o MC possui efeitos antiproliferativos e pode modular a resposta aos quimioterápicos. Esses resultados fornecem uma base para investigações futuras que possam explorar novas estratégias combinatórias no tratamento do câncer de pulmão, integrando a modulação do microambiente tumoral à quimioterapia convencional.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectInflamaçãopt_BR
dc.subjectCâncer de Pulmãopt_BR
dc.subjectMacrófagospt_BR
dc.subjectCisplatinapt_BR
dc.titleAvaliação de um microambiente pró-inflamatório na resposta terapêutica em células de câncer de pulmãopt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.advisor-coREGO, Moacyr Jesus Barreto de Melo-
dc.contributor.advisor-coMENEZES, Erika da Silva Bezerra de-
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3025996275125466pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2732440502722790pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Inovacao Terapeuticapt_BR
dc.description.abstractxLung cancer is among the most prevalent and lethal neoplasms worldwide and remains the leading cause of cancer-related deaths. The tumor microenvironment plays a critical role in the development and progression of the disease. In Brazil, the standard treatment for non-small cell lung cancer (NSCLC) includes a combination of cisplatin and etoposide. However, resistance to platinum-based agents and their associated side effects limit treatment efficacy. This study aimed to investigate the effects of macrophage M1–conditioned medium (CM), alone and in combination with chemotherapeutic agents, as a strategy to modulate the tumor microenvironment and enhance conventional therapy. Macrophages were differentiated into the M1 phenotype using PMA and LPS, with confirmation by flow cytometry (CD86 expression) and quantification of pro-inflammatory cytokines (TNF and IL-6) using Cytometric Bead Array (CBA). The NCI-H1299 NSCLC cell line was exposed to the CM alone or combined with cisplatin and etoposide at concentrations corresponding to the IC25 and IC50. Cell viability was assessed by the MTT assay, which showed that the CM significantly reduced tumor cell viability (p<0.0001) and enhanced the effects of the chemotherapeutic agents. Cell cycle analysis by flow cytometry (propidium iodide) revealed that CM combined with cisplatin increased the percentage of cells in the S phase (33.7%), whereas its association with etoposide increased the proportion of cells in G1 (32.18%) (p<0.05). In addition, CM increased the production of reactive oxygen species (ROS), assessed by DHE staining, and intensified this effect when combined with etoposide at concentrations below the IC50. Gene expression of cell death markers (CASP3, NLRP3, GSDMD, and RIPK1) was analyzed by real-time PCR, revealing modulatory trends that require confirmation by subsequent assays. Clonogenic assays demonstrated that CM inhibited colony formation, and 3D spheroid cultures confirmed its effect in reducing spheroid size, as well as enhancing cisplatin activity in these more complex models. Finally, CM derived from M1 macrophages induced an approximate 20% reduction in Ki67 fluorescence in NCI-H1299 cells, suggesting a potential antiproliferative effect. The findings suggest that M1 macrophage–derived CM exhibits antiproliferative properties and can modulate the response to chemotherapeutic agents. These results provide a foundation for future investigations aimed at exploring new combinatorial strategies for lung cancer treatment,integrating modulation of the tumor microenvironment with conventional chemotherapy.pt_BR
dc.contributor.advisor-coLatteshttp://lattes.cnpq.br/7233767393471644pt_BR
dc.contributor.advisor-coLatteshttp://lattes.cnpq.br/5152690741368957pt_BR
dc.contributor.advisorORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-1672-8202pt_BR
dc.contributor.advisor-coORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-1883-6012pt_BR
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Inovação Terapêutica

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