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Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67506

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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorMELO, Ana Maria Mendonça de Albuquerque-
dc.contributor.authorSOUZA, Luís Felipe Sant'anna de-
dc.date.accessioned2026-01-09T12:52:31Z-
dc.date.available2026-01-09T12:52:31Z-
dc.date.issued2025-10-21-
dc.date.submitted2025-12-18-
dc.identifier.citationSANT’ANNA, Luís Felipe. Análise do Potencial Radioprotetor e Genotóxico do Ácido Gálico. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biomedicina) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67506-
dc.description.abstractApós a descoberta dos Raios X em 1895, a exposição humana às radiações ionizantes aumentou gradativamente em vários âmbitos da vida moderna, como na medicina, agricultura e indústria. No entanto, mesmo com os avanços tecnológicos, a radiação ionizante é capaz de gerar efeitos biológicos adversos no corpo humano, incluindo a quebra do DNA, morte celular, mutações e aumento na incidência de neoplasias. Substâncias capazes de reduzir os danos radioinduzidos são chamadas de radiomoduladores. Diferentes substâncias são estudadas e, dentre elas, o ácido gálico vem recebendo destaque, pois apresenta atividade antioxidante natural, sendo amplamente encontrado em diversas frutas, folhas e vegetais. Esta característica o torna um candidato promissor como agente radioprotetor, atuando na defesa celular contra as espécies reativas de oxigênio (EROs) produzidas pela radiação ionizante. Com o objetivo de avaliar o potencial radioprotetor e genotóxico do ácido gálico, foi realizado o ensaio cometa em células mononucleadas do sangue periférico (PBMC) humanas não irradiadas e irradiadas por raios gama (2,5 e 4 Gy) na presença de diferentes concentrações do ácido gálico (0, 300, 600 e 1200 μg/mL). A partir da análise dos danos ao DNA e do cálculo do Índice Dano (ID), os resultados obtidos demonstraram que o ácido gálico não apresentou genotoxicidade nas concentrações testadas, como também demonstraram ação radioprotetora frente aos danos ao DNA dos PBMC expostos à radiação nas doses de 2,5 e 4 Gy. Sendo a maior concentração (1200 μg/mL) a que manifestou atividade protetora significativa.pt_BR
dc.format.extent43p.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectRadiaçãopt_BR
dc.subjectRadioprotetorpt_BR
dc.subjectÁcido gálicopt_BR
dc.titleAnálise do potencial radiomitigador e genotóxico do ácido gálicopt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0869924641593613pt_BR
dc.degree.levelGraduacaopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1885317649064462pt_BR
dc.description.abstractxFollowing the discovery of X-rays in 1895, human exposure to ionizing radiation gradually increased in various areas of modern life, such as medicine, agriculture, and industry. However, even with technological advancements, ionizing radiation is capable of generating adverse biological effects in the human body, including DNA breakage, cell death, mutations, and an increased incidence of neoplasms. Substances capable of reducing radioinduced damage are called radiomodulators. Different substances are studied, and among them, gallic acid has been gaining prominence because it presents natural antioxidant activity, being widely found in various fruits, leaves, and vegetables. This characteristic makes it a promising candidate as a radioprotective agent, acting in cellular defense against the reactive oxygen species (ROS) produced by ionizing radiation. With the objective of evaluating the radioprotective and genotoxic potential of gallic acid, the comet assay was performed on non-irradiated and gamma-ray irradiated (2,5 and 4 Gy) human peripheral blood mononuclear cells (PBMC) in the presence of different concentrations of gallic acid (0, 300, 600, and 1200 μg/mL). Based on the analysis of DNA damage and the calculation of the Damage Index (DI), the results obtained demonstrated that gallic acid did not exhibit genotoxicity at the tested concentrations, and also showed radioprotective action against DNA damage in PBMCs exposed to radiation at doses of 2.5 and 4 Gy. The highest concentration (1200 μg/mL) was the one that manifested significant protective activity.pt_BR
dc.subject.cnpqÁreas::Ciências da Saúdept_BR
dc.degree.departament::(CB-DBR) - Departamento de Biofísica e Radiologiapt_BR
dc.degree.graduation::CB-Curso de Biomedicinapt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.degree.localRecifept_BR
dc.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0008-4705-5427pt_BR
Aparece en las colecciones: (CB - BM) - TCC - Biomedicina

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