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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67473

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dc.contributor.advisorBARBOSA, Leila Maria Álvares-
dc.contributor.authorROSA, Amanda Emilly Gomes-
dc.date.accessioned2026-01-07T22:21:59Z-
dc.date.available2026-01-07T22:21:59Z-
dc.date.issued2025-12-19-
dc.date.submitted2025-12-29-
dc.identifier.citationROSA, Amanda Emilly Gomes Rosa. Perfil clínico-epidemiológico de pessoas transmasculinas: estudo transversal. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Fisioterapia) — Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67473-
dc.description.abstractTrata-se de um estudo transversal que objetivou caracterizar o perfil clínico-epidemiológico de pessoas transmasculinas no Brasil. Foi realizado em ambiente digital com abrangência nacional, de março a outubro de 2025, por recrutamento voluntário via redes sociais. Incluíram-se 124 pessoas brasileiras residentes e nascidas no país, com 18 anos ou mais, capazes de responder ao questionário online. As variáveis foram obtidas por autorrelato e expostas em frequências absolutas e relativas. As identidades declaradas foram homem trans (53,2%), transmasculino(e) (36,3%), transviado (6,5%), boyceta (2,4%) e demiboy (1,6%). A maioria residia no Sudeste (58,1%), era branca (72,6%), apresentava ensino superior incompleto (45,2%) e tinha renda familiar menor que 1 salário mínimo (35,5%). Estavam em hormonização com testosterona 57,3% dos participantes e 24,2% já haviam feito mastectomia. Embora 66% tenham consultado ginecologista no último ano, 45,2% não realizaram exames ginecológicos preventivos nesse período. As relações sexuais mais frequentes foram com pessoas com pênis (33,1%) ou vagina (32,3%), predominando o uso do preservativo externo. A maior parte (66,1%) relatou histórico de violência sexual. Os achados descrevem pela primeira vez, em amostra nacional, a composição e diversidade das identidades transmasculinas e revelam alta vulnerabilidade socioeconômica, barreiras no acesso a cuidados ginecológicos e elevada prevalência de violência sexual, contribuindo para o conhecimento sobre saúde de homens trans e outras identidades do espectro transmasculino no Brasil.pt_BR
dc.format.extent16 p.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsembargoedAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectDiversidadept_BR
dc.subjectPessoas transgêneropt_BR
dc.subjectEpidemiologiapt_BR
dc.subjectCondições de saúdept_BR
dc.titlePERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DE PESSOAS TRANSMASCULINAS: ESTUDO TRANSVERSALpt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8533925100465742pt_BR
dc.degree.levelGraduacaopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4806128200076589pt_BR
dc.subject.cnpqFisioterapia em saúde da mulher e na população LGBTQIA+pt_BR
dc.degree.departamentDepartamento de Fisioterapiapt_BR
dc.degree.graduationFisioterapiapt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.degree.localRecifept_BR
dc.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0003-5054-2430pt_BR
Appears in Collections:(TCC) - Fisioterapia

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