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Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67129

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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorSilva, Vanessa de Lima-
dc.contributor.authorBrander, Wanny Byatriz da Silva-
dc.date.accessioned2025-12-11T23:05:38Z-
dc.date.available2025-12-11T23:05:38Z-
dc.date.issued2024-03-08-
dc.date.submitted2025-12-11-
dc.identifier.citationBRANDER, Wanny. Interação social e sintomas depressivos em pessoas idosas em áreas cobertas pela Estratégia de Saúde da Família no contexto da Pandemia de COVID-19 . 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Fonoaudiologia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2024.)pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67129-
dc.description10pt_BR
dc.description.abstractObjetivo: Analisar a associação entre Interação Social e Sintomas Depressivos em Pessoas Idosas residentes em Áreas Cobertas pela Estratégia de Saúde da Família. Métodos: Foi desenvolvido um estudo seccional com 454 pessoas idosas (60 anos ou mais) de áreas cobertas pela Estratégia de Saúde da Família do Distrito Sanitário IV do Recife. A coleta de dados foi realizada através de questionário com dados pessoais, características sociais, demográficas, funcionais, comunicativas e referentes à participação social da pessoa idosa. A análise de dados foi desenvolvida por meio de distribuição de frequência absoluta e relativa e uso do teste Qui-quadrado e modelos simples e múltiplos de regressão de Poisson, cujo efeito foi expresso pela Razão de Prevalência e respectivos Intervalos de Confiança de 95%. Resultados: A prevalência de sintomas depressivos junto às pessoas idosas participantes foi de 27,3%. Quanto à interação social diária, a interação com membros da família apresentou melhores percentuais quando comparada à interação com amigos. A associação entre interação social e sintomas depressivos demonstrou menor prevalência de sintomas depressivos (RP= 0,69) entre os que interagem com cinco ou mais membros da família diariamente quando comparados com a interação com zero a quatro membros. Já a interação social com amigos demonstrou maior razão de prevalência de sintomas depressivos (RP=0,47) entre a interação com cinco amigos ou mais diariamente em relação à interação com zero a quatro amigos. Conclusão: Foi identificada associação significativa entre a baixa interação social e a presença de sintomas depressivos junto às pessoas idosas participantes. A ausência de interação social com amigos demonstrou maior associação com sintomas depressivos do que a interação social com familiares.pt_BR
dc.format.extent23 p.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsembargoedAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectInteração socialpt_BR
dc.subjectFonoaudiologiapt_BR
dc.subjectDepressãopt_BR
dc.subjectIdosopt_BR
dc.subjectAtenção Primária à Saúdept_BR
dc.titleInteração social e sintomas depressivos em pessoas idosas em áreas cobertas pela Estratégia de Saúde da Família no contexto da Pandemia de COVID-19pt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttps://lattes.cnpq.br/1178808583183380pt_BR
dc.degree.levelGraduacaopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9648971267582561pt_BR
dc.description.abstractxObjective: To analyze the association between Social Interaction and Depressive Symptoms in Elderly People in Areas Covered by the Family Health Strategy. Methods: A cross-sectional study was developed with 454 elderly people (60 years or older) living in areas covered by the Family Health Strategy of Recife's Sanitary District IV. Data collection was carried out through a questionnaire with personal data, social, demographic, functional, communicative characteristics and those relating to the social participation of the elderly person. Data analysis was developed using absolute and relative frequency distribution and use of the Chi-square test and simple and multiple Poisson regression models, the effect of which was expressed by the Prevalence Ratio (PR) and respective 95% Confidence Intervals. Results: The prevalence of depressive symptoms among elderly participants was 27.3%. As for daily social interaction, interaction with family members showed better percentages when compared to interaction with friends. The association between social interaction and depressive symptoms demonstrated a lower prevalence of depressive symptoms (RP= 0.69) among those who interact with five or more family members daily when compared to those who interact with zero to four members. Social interaction with friends demonstrated a better prevalence ratio of depressive symptoms (RP=0.47) between interactions with five or more friends daily compared to interactions with zero to four friends. Conclusion: With the findings of the present study, it is suggested that this group needs social inclusion projects in an attempt to expand social participation, encourage interaction with non-family members and practice the communicative skills that decline in old age.pt_BR
dc.subject.cnpqÁreas::Ciências da Saúde::Fonoaudiologiapt_BR
dc.degree.departament::(CCS-DFN) - Departamento de Fonoaudiologiapt_BR
dc.degree.graduation::CCS-Curso de Fonoaudiologiapt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.degree.localRecifept_BR
Aparece en las colecciones: (TCC) - Fonoaudiologia

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  Artículo embargado hasta 2026-06-11
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